Testemunhos
Cassiane
TRECHO DUMA APRESENTAÇÃO NO OLIMPO-RJ
Quero falar uma coisa assim muito séria! Quero que todo mundo agora parem só pra me ouvir:
Quando eu tinha 11 meses de idade, eu tive uma enfermidade que os médicos não descobriam o quê eu tinha. Durante 12 meses de febre constante a minha mãe, que está aqui com o meu pai, com a minha filha. Minha mãe que sempre me acompanhava, ela ia comigo no médico, durante duas vezes por dia durante esses 12 dias. No 12º dia ela chegou na clínica para ser atendida, tinham muitas mães ali, e a médica não quis atendê-la. Dizendo que não, que não poderia atender por que ali teria que ser organizado tudo no momento certo. Não era a vez dela então não poderia ser atendida. Mas, depois de muita insistência e eu chorando, e de repente as mães perceberam que eu parei de chorar. Eu comecei só a gemer... e foram se passando aqueles minutos ali e as mães viraram para minha mãe e falaram assim o seu bebê está muito mal, não é? Minha mãe falou assim é, são 12 dias que eu estou lutando com esta menina, ninguém descobre o quê ela têm, só me passam remédios pelo o que eu digo mas não me falam o quê realmente ela têm. E as mães resolveram interceder com a médica pela minha mãe. Então depois de muita insistência as mães começaram a ficar meio, né? Meio “estranhas” lá com aquela médica, a médica resolveu me atender. Minha mãe entrou dentro do consultório comigo no colo, minha mãe estava gestante, me colocou sobre uma maca. E aquela doutora, muito “estranha” abriu a manta, enfiou o dedo na minha barriga, ficou aquele buraco de tão inchado que eu tava por que já eram 12 dias com meu organismo totalmente parado, só inchando, inchando, inchando... e ficou aquele buraco do inchaço e de repente aquela mulher pegou o estetoscópio colocou no ouvido, puxou os meus olhos assim, colocou no meu coração virou para minha mãe e foi para sua mesa e disse assim você quer que eu examine o cadáver? Essa criança está morta. A minha mãe estava gestante levou um susto e começou a não se sentir bem e ela falou como morta? Eu cheguei com minha filha viva aqui!?
- Não! Essa criança entrou aqui morta.
Sentou em sua mesa, começou a escrever um atestado dizendo que tinha sido por negligência dos meus pais... meu pai e minha mãe não teriam me atendido a tempo... e de repente queridos a minha mãe teve uma breve discussão com aquela doutora e ela saiu de lá de dentro me tomou pelos braços e saiu daquele consultório, no corredor da clínica ela começou a passar mau, vieram outras enfermeiras atende-la e me deixaram num canto lá do corredor. Tinha uma jovem, o nome dela é Regina, até hoje ela congrega eu uma de nossas igrejas, hoje já é senhora... e aquela jovem virou para minha mãe falou assim Castalha, vamos embora daqui! Minha mãe falou eu quero ir embora daqui!!! E começou a querer sair só que os médicos, enfermeiros as enfermeiras atendendo minha mãe para que ela ficasse melhor, ela pediu avisa o Del que é meu pai que a Cassiane morreu 15 para as 2 da tarde. E ligaram lá da clínica para o meu pai pra que ele voltasse pra fazer meu enterro... quando minha mãe começou a se sentir melhor, passaram-se aqueles minutos ali, ela começou a se sentir melhor, ela me tomou pelo braço e correu e falou aqui eu não fico mais!!! E correu e o pessoal não queriam deixar minha mãe sair comigo no braço, ela conseguiu sair de dentro daquela clínica com aquela jovem do lado dela.
Jovem! Deus usa você!
Aleluia! E aquela jovem de repente pegou pelo braço da minha mãe e começou a carregar a minha mãe pra uma casa que eram duas quadras dali daquele consultório, ai minha mãe virou, ela falou assim pra onde você está me levando menina? Minha mãe chorando, ela disse assim eu quero te levar pra casa da irmã Janete ai minha mãe falou fazer o quê?... a Cassiane morreu... ela falou assim não Castalha!... vou te levar lá pra que ela ore pra confortar o teu coração e o coração do irmão Zezinho... do irmão Del... e de repente quando minha mãe chegou na porta daquela irmã, aquela irmã olhou para minha mãe e disse assim você quer matar seu bebê sem fôlego? Você não aprendeu Castalha ainda a cuidar de uma criança? E minha mãe virou pra ela falou ah! Irmã Janete, aCassiane morreu... eram 15 pras 2 da tarde... e de repente aquela irmã olhou a hora e já passava das 5 da tarde... e ela com a autoridade de Deus me tomou dos braços da minha mãe, disse assim pra minha mãe minha filha, você esqueceu do Deus que nós servimos? O Deus que ressuscitou Lázaro depois de 4 dias? Por que se Ele quiser Ele age aqui e agora!? Hein!? E de repente, e de repente, Deus usou aquela irmã... eu não sei se todo mundo que está aqui crê em profecia, eu creio por que eu sou prova disso! Deus usou aquela irmã pra minha mãe pra dizer o seguinte minha serva! Cuida bem deste botão, por que ele não é mais teu é Meu! Estou devolvendo a vida a este botão. Cuida bem dele. Este botão em breve se transformará numa rosa, e esta rosa perfumará muitos jardins... e onde ela não puder ir, Eu enviarei a voz dela!
Aleluia! Que a tua vida querido seja uma oferta agradável ao Senhor!”
Manfried Santana (Dedé Santana)
Meu nome é Manfried Santana, nasci em
Niterói e hoje está aqui , não o Dedé Santana, mas o irmão Manfried Santana. Eu
tinha fama, dinheiro, carrões, mas, eu era uma pessoa triste, vazia e sem
alegria de viver. Quando eu dizia isso aos outros, ninguém acreditava.
Um homem que fazia tantos rirem era infeliz. Fui, então, a cartomantes, tive no
kadercismo e, finalmente, fui à macumba, um terreiro de macumba.
Chegando lá, eles derramaram pipoca, mataram uma galinha preta e derramaram
aquele sangue todo em cima de mim; jogavam cachaça e farofa e eu saía de lá do
mesmo jeito.
E nada dava certo. Um dia voltando de um show, ali em S. Luís do Maranhão,
chegamos no aeroporto atrasados pois fizemos três apresentações naquele dia e
passamos da hora.
E tivemos que pegar o vôo de 4 horas da manhã.
Já no avião, percebi uma senhorita sentada próximo à porta de emergência e
havia uma luz sobre sua cabeça. Curioso cheguei perto e vi que a luz de leitura
do avião estava apagada! Não conseguia passar de sua cadeira; parecia que um
vidro me impedia.
Aí pedi para sentar ao seu lado e ela me respondeu: Claro, eu estava lhe
esperando. Esperando por que ? - perguntei. Sim, lhe esperando, eu tenho um
recado de Jesus para você.- Um recado de Jesus pra mim?, a senhorita deve estar
enganada; o meu vôo era de 11:45, e eu não vinha neste avião.
Ela respondeu:-Eu também não, o meu vôo era de 8:45. Então perguntei, muito
curioso:
- O que Jesus manda me dizer? Ela, então, me
disse: - Jesus manda lhe dizer que ele te ama muito e que você esqueceu dele. É
verdade, eu fazia 2 filmes por ano, muito trabalho na televisão e não tinha tempo para pensar em nada.
Eu só pensava em mulheres, amantes, amigos e viagens para o exterior, mas não
me lembrava de Jesus. E, naquele momento, eu começava a sentir que aquele vazio
dentro de mim era a ausência de Jesus na minha vida. Ela me deu um cartão que
continha um nome de um pastor de Taubaté, o pastor Roberto Moreira.
E eu não levei a sério e continuei a minha vida, trabalhando, fazendo as mesmas
coisas, os mesmos desesperos, o mesmo vazio dentro de mim e, um dia, fiquei
doente, fui parar num hospital, no Rio de
Janeiro. Eu estava muito mal, eu sabia que estava muito
mal.
Eu vi os médicos cochichando, falando, meu filho preocupado e os exames se
seguindo. Tiravam meu sangue, tiravam chapas e, três dias depois, o médico
voltou a falar comigo dizendo que tinha uma visita para mim, mas, que eu não
deveria recebê-la, devido o meu repouso. Perguntei quem era.
Ele me respondeu:- São uns pastores de Taubaté. Quando ele falou isso, tudo
voltou na minha cabeça, a senhorita no avião, aí eu disse: - Dr., eu assumo
toda a responsabilidade; por favor deixe eles entrarem. Eles entraram e oraram
muito por mim.
E o pastor Roberto, o do cartão, me disse: - Dedé, você não vai morrer, Jesus
tem uma missão para você cumprir em tua vida! Depois da visita, meu filho, que
é atleta de Cristo, ainda conversou muito comigo e, no dia seguinte, os
enfermeiros me levaram na cadeira de rodas para fazer novos exames.
Eu estava muito mal: artérias entupidas, pulmão congestionado, água na pleura.
Os enfermeiros começaram a telefonar, chamar os médicos e comecei a me
preocupar. Os médicos chegaram, olharam as chapas e pediram que tirasse outras.
Aí eu tirei outra chapa e os médicos pensaram que havia algum defeito no
aparelho. Levaram-me para outra sala para repetir os exames numa outra
máquina.
O médico, muito admirado, disse:- Não é possível, não tem nada.
A chapa não acusava nada! E o doutor, bastante
alegre, me mandou embora.
Fui para casa e continuei minha vida normal,
gravando os Trapalhões.
Até que um dia fui convidado para um trabalho da ADONEPE e, lá, estava alguém
cantando. Alguém que eu conhecia como o maluco dos Paralamas. Ele era Mattos
Nascimento que ia falando, e falando, e tudo o que ele dizia vinha direto ao
meu coração.
Ele ia falando e se aproximando de mim. Quando chegou perto, gritou Glória a
Deus. Repeti o Glória meio tímido. E ele disse: - Ouvi o teu glória, Dedé. Não
te envergonhes de dar glórias a Jesus. O homem que não dá glória a Deus não tem
valor.
Olha, Dedé Santana, você é poderoso, é famoso, é da Rede
Globo, viaja o mundo, o Brasil todo, mas eu te digo
esta noite: você sem Deus é um saco de lixo furado.
Em outra época, eu teria brigado com ele. Mas, ele falava com tanta firmeza,
tanta firmeza, que ali resolvi aceitar o Senhor
Jesus.
Eu vi que encontrar Jesus não era tão complicado. Não era preciso matar
galinha, derramar cachaça, tomar banho de pipoca.
Desde aquele dia eu senti que não poderia mais
viver sem Jesus.
Hoje sou feliz. Antes eu era o mais mal humorado dos Trapalhões, só vivia
resmungando. Hoje eu não tenho medo de nada. Eu poderia perder tudo o que tenho.
Eu só não posso perder o amor de Jesus
Cristo e
o amor de vocês, meus irmãos.
Paz do Senhor!
Um homem que fazia tantos rirem era infeliz. Fui, então, a cartomantes, tive no kadercismo e, finalmente, fui à macumba, um terreiro de macumba.
Chegando lá, eles derramaram pipoca, mataram uma galinha preta e derramaram aquele sangue todo em cima de mim; jogavam cachaça e farofa e eu saía de lá do mesmo jeito.
E nada dava certo. Um dia voltando de um show, ali em S. Luís do Maranhão, chegamos no aeroporto atrasados pois fizemos três apresentações naquele dia e passamos da hora.
E tivemos que pegar o vôo de 4 horas da manhã.
Já no avião, percebi uma senhorita sentada próximo à porta de emergência e havia uma luz sobre sua cabeça. Curioso cheguei perto e vi que a luz de leitura do avião estava apagada! Não conseguia passar de sua cadeira; parecia que um vidro me impedia.
Aí pedi para sentar ao seu lado e ela me respondeu: Claro, eu estava lhe esperando. Esperando por que ? - perguntei. Sim, lhe esperando, eu tenho um recado de Jesus para você.- Um recado de Jesus pra mim?, a senhorita deve estar enganada; o meu vôo era de 11:45, e eu não vinha neste avião.
Ela respondeu:-Eu também não, o meu vôo era de 8:45. Então perguntei, muito curioso:
- O que Jesus manda me dizer? Ela, então, me disse: - Jesus manda lhe dizer que ele te ama muito e que você esqueceu dele. É verdade, eu fazia 2 filmes por ano, muito trabalho na televisão e não tinha tempo para pensar em nada.
Eu só pensava em mulheres, amantes, amigos e viagens para o exterior, mas não me lembrava de Jesus. E, naquele momento, eu começava a sentir que aquele vazio dentro de mim era a ausência de Jesus na minha vida. Ela me deu um cartão que continha um nome de um pastor de Taubaté, o pastor Roberto Moreira.
E eu não levei a sério e continuei a minha vida, trabalhando, fazendo as mesmas coisas, os mesmos desesperos, o mesmo vazio dentro de mim e, um dia, fiquei doente, fui parar num hospital, no Rio de Janeiro. Eu estava muito mal, eu sabia que estava muito mal.
Eu vi os médicos cochichando, falando, meu filho preocupado e os exames se seguindo. Tiravam meu sangue, tiravam chapas e, três dias depois, o médico voltou a falar comigo dizendo que tinha uma visita para mim, mas, que eu não deveria recebê-la, devido o meu repouso. Perguntei quem era.
Ele me respondeu:- São uns pastores de Taubaté. Quando ele falou isso, tudo voltou na minha cabeça, a senhorita no avião, aí eu disse: - Dr., eu assumo toda a responsabilidade; por favor deixe eles entrarem. Eles entraram e oraram muito por mim.
E o pastor Roberto, o do cartão, me disse: - Dedé, você não vai morrer, Jesus tem uma missão para você cumprir em tua vida! Depois da visita, meu filho, que é atleta de Cristo, ainda conversou muito comigo e, no dia seguinte, os enfermeiros me levaram na cadeira de rodas para fazer novos exames.
Eu estava muito mal: artérias entupidas, pulmão congestionado, água na pleura. Os enfermeiros começaram a telefonar, chamar os médicos e comecei a me preocupar. Os médicos chegaram, olharam as chapas e pediram que tirasse outras. Aí eu tirei outra chapa e os médicos pensaram que havia algum defeito no aparelho. Levaram-me para outra sala para repetir os exames numa outra máquina.
O médico, muito admirado, disse:- Não é possível, não tem nada.
A chapa não acusava nada! E o doutor, bastante alegre, me mandou embora.
Fui para casa e continuei minha vida normal, gravando os Trapalhões.
Até que um dia fui convidado para um trabalho da ADONEPE e, lá, estava alguém cantando. Alguém que eu conhecia como o maluco dos Paralamas. Ele era Mattos Nascimento que ia falando, e falando, e tudo o que ele dizia vinha direto ao meu coração.
Ele ia falando e se aproximando de mim. Quando chegou perto, gritou Glória a Deus. Repeti o Glória meio tímido. E ele disse: - Ouvi o teu glória, Dedé. Não te envergonhes de dar glórias a Jesus. O homem que não dá glória a Deus não tem valor.
Olha, Dedé Santana, você é poderoso, é famoso, é da Rede Globo, viaja o mundo, o Brasil todo, mas eu te digo esta noite: você sem Deus é um saco de lixo furado.
Em outra época, eu teria brigado com ele. Mas, ele falava com tanta firmeza,
tanta firmeza, que ali resolvi aceitar o Senhor Jesus.
Eu vi que encontrar Jesus não era tão complicado. Não era preciso matar galinha, derramar cachaça, tomar banho de pipoca.
Desde aquele dia eu senti que não poderia mais viver sem Jesus.
Hoje sou feliz. Antes eu era o mais mal humorado dos Trapalhões, só vivia resmungando. Hoje eu não tenho medo de nada. Eu poderia perder tudo o que tenho.
Eu só não posso perder o amor de Jesus Cristo e o amor de vocês, meus irmãos.
Paz do Senhor!
Jeremy Camp
Muitas vezes quando vemos os artistas de nossa geração pensamos que eles levam uma vida fácil e sem problemas. Isso geralmente acontece porque apenas o conhecemos pela música que eles cantam ou pelo que a mídia nos oferece. Assim, esquecemos de levar em consideração que eles são tão humanos quanto nós e passam por problemas que muitas vezes abalam a fé.
A história de Jeremy Camp nos mostra que Deus está sempre presente, mesmo nos momentos mais difíceis.
Antes de lançar seu primeiro álbum Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia). Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa. Ele se lembra: “Eu estava em admiração desta mulher que claramente amava a Deus.” Logo os dois se encontraram e começaram a namorar. Mas o que parecia um conto de fadas ou uma história que você provavelmente já ouviu em igrejas, se tornou em uma prova de fé que levaria Camp a passar a maioria de seu tempo sentando ao lado de uma cama de hospital. Melissa, já havia dito a Camp que eles deveriam terminar o namoro por que alguma coisa estava para acontecer. No fundo ela já sabia que sua vida mudaria completamente. Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela foi obteve um diagnóstico de câncer. Dali em diante a vida de Camp passou a ser de muita oração para que Melissa pudesse se recuperar.
Durante uma noite no hospital Melissa contou a Jeremy que ela não estava com medo de morrer, mas que gostaria que, através de sua morte, pelo menos uma pessoa pudesse vir a conhecer a Cristo. Mesmo que isso tivesse um impacto muito grande em sua vida, não era exatamente o que Camp queria ouvir naquele momento.
Dirigindo para longe do hospital, Jeremy Camp fez uma promessa um pouco estranha a Deus, dizendo: Se Você quiser que eu me case com ela, então eu o farei”. Cinco meses depois, a saúde de Melissa havia melhorado um pouco, ela e Camp se encontraram em frente ao altar.
A história de Jeremy Camp seria uma história maravilhosa se acabasse aqui, mas Deus tinha muito mais reservado a ele. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os próximos meses Camp passou muito tempo no quarto do hospital. Ele fazia o que sabia de melhor: tocava músicaspara Melissa. Durante este período Camp descobriu que a música não era mais tão importante para ele, mas sim o que ele poderia fazer com aquela música. Ele disse: “Música não é a minha vida, Cristo é a minha vida… A única coisa que realmente importa é o que fazemos para Cristo enquanto estamos aqui na terra”. E essa é a perspectiva que brilha em toda canção que ele escreve.
Em quanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”, que diz, “Eu acreditarei quando Você disser, sua mão me guiará por todo o caminho... Oh, eu andarei pela fé, mesmo quando eu não puder ver…” e logo depois da morte de Melissa Camp escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito). A canção fala sobre os problemas que ele enfrentou e que mesmo diante da morte de sua esposa ele acreditou em Deus, que Ele tinha um plano maior.
O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. A morte de Melissa e o testemunho de Camp levaram muitas outras pessoas a conhecerem a Cristo.
Hoje ele é casado com Adrienne Leisching (ex-lider da banda Benjamin Gate). E tem uma filha com ela. Todos os álbuns chegaram a número um nas rádios americanas e até hoje Camp ainda conta sua história e como Deus permaneceu fiel a ele.
Fonte: http://www.gospelmais.com.br/artigos/156/testemunho-de-jeremy-camp.html
Kaká
Confira transcrição deste testemunho do jogador Kaká:
Quando eu cheguei no meu quarto, dobrei os joelhos e orei, o Senhor me revelou uma palavra aquele dia, vou ler um versículo para vocês. Está em Isaías 35, que diz da felicidade da Sião futura. Naquele dia eu estava orando eu abri a Bíblia e Jesus me deu esta palavra. Principalmente o versiculo 3 e 4 que diz assim:
Fortalecei as mãos frouxas, e firmai os joelhos trementes.
Dizei aos desvalentados de coração: Sede fortes, não temais; eis o vosso Deus a vingança e a retribuição de Deus vem, e ele salvará.
E o 10 diz: E os resgatados do SENHOR voltarão; e virão a Sião com cânticos de júbilo, e alegria eterna haverá sobre as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido.
Só que naquele dia eu recebi esta palavra e não entendi. Ai eu falei: - Glória a Deus porque eu vou fortalecer os meus joelhos, vou continuar lutando, vou continuar batalhando, se este não é o tempo do Senhor para minha vida, glória a Deus, pois o Senhor colocou o desejo no meu coração e eu tenho certeza que eu vou viver estas coisas.
Naquele eu fiz uma... eu falei assim, é... comigo mesmo... eu estava no meu quarto... eu falei assim....
Esta é umas perguntas que eu vou fazer para Deus quando eu chegar no céu:
- Porque que nós perdemos esta final?
É Porque o jogo tá ganho de 3 a zero no primeiro tempo. É óbvio, que vai dar este resultado para este time. Não tem um resultado de 3 a 3 o time perdendo. E é tão chocante as coisas de Deus, porque através do bispo Tide, o Senhor falou comigo naquele dia. O bispo Tide me ligou antes do jogo:
-Eu tive um sonho com você, eu sonhei que você estava triste, mas logo depois você estava muito feliz numa piscina cheia de criança.
Eu falei, há, é para este dia.... Triste significa que no primeiro tempo a gente está perdendo, no segundo tempo a gente ganha.
Este é o pensamento nosso da carne, mas o pensamento de Deus são muito mais do que o nosso. Mas através do bispo Tide mesmo o Senhor me revelou outra palavra.
Através do bispo Tide o Senhor me revelou esta outra palavra, porque eu falei, como pode alguém perder um jogo como este. Através do bispo Tide o Senhor me revelou esta palavra que está no Salmo 105. Eu conversando com ele, ele disse lê o Salmo 105 versículo 19, que conta a história de José do Egito, em Salmos, e diz assim no 19: Até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tendo provado a palavra do Senhor.
Amém?
- Não era a hora de eu ganhar aquele campeonato, não era a hora de eu ganhar aquele prêmio, porque? porque a palavra de Deus ainda não tinha se cumprido a meu respeito ainda.
Ai eu falei:
- Senhor Glória a Deus, se não foi aquele ano, vai ser este ano. Então eu tomo posse da palavra neste ano.
E ao longo destes 2 anos, de 2005 para cá, eu vim jogando na Seleção, no Milan, chegando nas finais, brigando sempre pelos títulos, e este ano, no ano de Elias, como Deus é tremendo. A gente estava até brincando lá na casa do Apóstolo outro dia. Porque quando chegou a palavra profética em dezembro, a nossa carne é a primeira a falar. Então quando o apóstolo falou este é o ano de Josué. Ai eu falei:
-É este ano. Este é o ano que eu vou conquistar tudo.
Eu tava na igreja, o meu Ministério, eu creio, que através do futebol, através da situação, a primeira coisa que veio na minha mente, é a conquista para o Senhor através do futebol. Ai o apóstolo falou, este é o ano apostólico de Elias, ai eu:
-Êeeeeehhhhhh!!!!!! (risadas)
Eu sei que Elias, Elias conquistou o que? Só que isto é da nossa.... da minha... Hoje eu entendo que isto é da minha carne. E realmente desta forma. Quando sai voce imagina que sai, voce não vê a adversidade. Josuéconquistou mas ele encontrou adversidade. O ano de Elias ele construiu mas encontrou a adversidade... A gente não vê nada disto, a gente só vê as coisas boas... Ai o ano de Elias, o apóstolo falou com ele, ai eu falei Glória a Deus, mas não era nada disto....
Transcrição por Daniel F. R. César
Regis Danese
Regis Danese quando ainda solteiro, namorava sua futura esposa e ambos freqüentavam ,aos domingos quando na suas folgas no Só Pra Contrariar um culto na igreja sal da terra, Regis sem entender muito a palavra de Deus se comovia muito ao ouvir aquele grupo de louvor tocar,ele sentia vontade de tocar naquele conjunto ate mais do que pra 100(cem mil) pessoas nos shows do (SPC), mas já havia um propósito de Deus.
Em 1997, Regis e Kelly se casam e, 1998, vem o primeiro filho do casal Brunno Danese, que mesmo sem assumirem ainda serem evangélicos,consagram o filho nesta mesma igreja.
O tempo vai se passando e no ( So Pra Contrariar), entra um rapaz para acrescentar no vocal do SPC, o Vandinho, que por propósito de DEUS é evangélico, e começa a lançar a sementinha no coração do Regis,muitos foram os bons testemunhos que o Vandinho conseguiu passar para todo o grupo. Em 1999 Regis com sua esposa começam a ter problemas no seu casamento, Regis muito ciumento impedia sua esposa de tudo, ate mesmo de receber visitas, e de cantar, coisa que ela fazia também no Mundo.
O relacionamento estava muito desgastado, já havia rumores de separação quando ao saber Vandinho, os convidou para irem na casa de um Pastor, em um culto domiciliar,Kelly logo se animou e convidou Regis que aceitou ir. Depois deste culto Kelly continuou a ir as reuniões, mas Regis não se interessava muito, preferindo o futebol, enquanto Kelly orava e jejuava para seu casamento.
Mas Deus pela sua infinita misericórdia salva não só o casamento e restaura a vida deles, como começa o seu propósito no ministério do Regis que com muita resistência,se entrega aos braços do Pai e começa a fazer a sua vontade.
Hoje Regis faz parte da Igreja Assembléia de Deus, presidida pelo Pastor Álvaro Alén Sanches, de Uberlândia aonde foi bem recebido e tem aprendido muito da palavra de Deus.
Fonte: http://arcabrasil.com.br/v01/index.php?option=com_content&task=view&id=45&Itemid=28
Chris Dúran
Abaixo um texto escrito pelo pastor e cantor, contando seu relato. Informações de contato com o cantor no final do texto.
Nasci na França em 1975, na cidade Dieppe. A minha família era rica e de religião Católica Apostólica e Romana. Tímido, comecei a me desenvolver através do esporte, mais mesmo assim era difícil me relacionar.
Na idade da adolescência comecei a me interessar pelas coisas espirituais. Aos 20 anos, com muitas indecisões decidi me lançar nos estudos da economia em Madrid (Espanha). Depois de um tempo, a depressão começou a me invadir até um certo ponto de não suportá-la mais. Minha mente assolada por pensamentos negativos, de baixa-estima me levou a querer morrer.
Na Espanha me fechei num quarto da escola e decidi falar com Deus e disse: Se tu es verdadeiro Jesus, dá-me um trabalho para que eu possa ser útil neste mundo e dar o meu Amor para o mundo inteiro, se tu me guias, te seguirei de todo meu coração.
No dia seguinte, um caçador de talentos me descobriu, (produtor de Julio Iglezias, Sting, Roberto Carlos...) e me convidou em Miami para gravar um CD nos melhores estúdios do mundo.
Acreditei que Jesus tinha me dado uma resposta e aceitei! Sem bíblia, nem conhecimento do Reino de Deus, Deus me tirou da Europa para me levar num País onde um dia alguém seria canal de benção para mim.
Deus conhecia o momento e o tempo perfeito!
Assinando com uma das maiores gravadoras do mundo, Polygram, meu disco foi lançado nos Estados Unidos, toda América Latina e em partes da Europa. O sucesso foi impactante. Fã clube de todas as partes começaram a ser criados, a minha vida de estudante comum se tornou num super-artista pop internacional. Primeiro lugar em vários lugares e Países, a minha popularidade crescia numa velocidade surpreendente. Hotéis 5 estrelas, luxo, limusines, aviões em primeira classe, fama, autógrafos, mulheres me tinham sido oferecido pelo mundo. Tudo isso me fazia uma pessoa forte e segura de mim mesma.
Existia uma estrela que crescia proporcionalmente aos aplausos das pessoas, porque eu amava a gloria da fama. Mais hoje sei que tudo é contrario, existe uma estrela dentro de mim, chamada estrela da manhã que cresce proporcionalmente ao louvor e adoração que faço para Jesus.
Passando alguns anos, parecia que tudo estava indo muito bem, quando me apresentei no Estádio Nacional do Chile, junto a Gloria Estefan. O estádio estava lotado. Porém, voltando para o aeroporto, o motorista dormiu e batemos de frente com um ônibus.
O país inteiro pensava que eu estava morto, mas estava consciente, com minhas pernas quebradas e quase perdi meu olho direito.
No hospital, depois de 4 anos, Jesus falou no meu coração: Você lembra, um dia você me pediu que queria dar o seu amor para o mundo inteiro, mas não será seu amor, mais o meu Amor.
Depois de recuperado, voltei em Miami buscando Jesus em varias religiões, budismo (junto a meu companheiro de trabalho Ricky Martin), que era a moda no showbusiness!!!
Mas nada: a depressão voltava e não queria sair da minha casa.
Quando um dia trocando de canal na televisão, um pastor americano estava pregando o evangelho do Reino de Deus. A presença de Deus entrou no meu quarto e chorei muito. Dias depois, cruzei a rua e vi que tinha uma igreja chamada EBENEZER, entrei e nunca mais fui a mesma pessoa.
O meu encontro com Jesus foi radical e impactante. Ninguém aprovou minha posição, meu pai ficou decepcionado e sem falar comigo durante algum tempo. Perdi meus amigos, porque tudo o que eu falava era exaltando o meu amado Jesus.
Roberto Livi, o produtor, começou a me fazer ameaças mas Deus estava comigo.
Jesus me mostrou o caminho da sua salvação me ensinando a renunciar as coisas do mundo e colocar meus olhos nas coisas eternas.
Grandes tribulações chegaram por causa de Cristo, mas também grandes vitórias.
Hoje Deus me deu um maravilhoso ministério evangelistico, onde pessoas separadas por Deus reconheceram o meu chamado, mostrando que a fama e o sucesso passaram mais Jesus é eterno.
Uma destas pessoas que Deus me deu é a Poliane, minha esposa, e uma menina chamada Esther. Além disso meu braço direito que me levanta nos momentos difíceis, o Robson Cruz, ex-grande jogador de basquete que jogou contra os maiores jogadores do mundo como: Michael Jordan, Pipen, Barkley.... e que se tornou uma referência para milhares de Jovens no Brasil e fora.
Milagres, maravilhas acompanham o meu chamado.
O ministério Chris Duran, representa só 40% de louvor, mas a palavra e sinais é nosso pedido a Deus, tudo pela sua misericórdia. Está escrito (Hebreus 2:3) Primeiro, o próprio Senhor Jesus anunciou essa salvação; e depois aqueles que a ouviram nos provaram que ela é verdadeira. Ao mesmo tempo, por meio de sinais de poder, maravilhas e muitos tipos de milagres, Deus confirmou o testemunho deles. E, de acordo com a sua vontade, distribuiu também os dons do Espírito Santo.
Deus é especialista em escolher coisas loucas para confundir os sábios deste mundo!
E você, a sua vida tem sido uma vida de renuncia?
Você teve um encontro com Deus?
Hoje é o seu dia, o dia da sua salvação!!!
Um sim te levará a viver a plenitude do seu Amor, mais um não poderá ser a pior escolha da sua vida!
Jesus te chama! Atenda o seu chamado, Ele te ama!
Que Deus te abençoe meu irmão!
Texto: CHRIS DÚRAN
Sérgio Lopes
Um dos grandes nomes da música cristã brasileira, Sérgio Ricardo Lopes, interpreta suas canções de forma especial, transmitindo emoção, paz e conforto. É através de suas músicas que muitos se voltam e até mesmo, se convertem aos caminhos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Conheça sua história!
LINHA ABERTA - Sérgio, conte-nos um pouco sobre o início de sua carreira e as dificuldades que foram surgindo.
SÉRGIO LOPES - O início de minha carreira ocorreu no grupo Altos Louvores, como baixista e vocalista. Em cada apresentação do grupo eu cantava duas ou três músicas. Em 1990 fui convidado a gravar um disco solo. Achei que não iria dar em nada, mas me enganei! Aos poucos a música foi tomando muito espaço em minha vida, como intérprete e compositor. A única dificuldade que tenho, desde o começo, é conseguir compor anualmente novas músicas que agradem a igreja e que ajudem pessoas desesperançadas à entregar suas ansiedades à Cristo.
LA- Como você vê hoje a música evangélica no Brasil?
SÉRGIO- Há uma diversidade muito grande de estilos. Acho isso positivo! Antigamente, a música era muito rotulada. Um grupo muito fechado dirigia os rumos da música evangélica, e dizia o que era e o que não era bom. Como o povo evangélico é por essência um povo pacífico, aceitava essa rotulação e consumia apenas o que era considerado bom pelos rotuladores. Agora a coisa mudou. Cada pessoa escolhe de acordo com sua própria vontade, um estilo que se sinta bem em ouvir. Assim, hoje nós temos: samba, pagode, balada, gospel, rock progressivo, sertanejo, brega e até, (quem diria?) aché music e o forró! Quem gosta de um estilo não deve criticar quem gosta de outro, pois isso é amar ao próximo, respeitando sua individualidade, e não querendo impor-lhe nada. Gosto de uma frase de uma música do Novo Som (Acredita) que diz: Ei, não estou aqui prá fazer a sua cabeça.... Os rotuladores adoravam fazer a cabeça das pessoas, mas o tempo deles acabou!
LA - Como era Sérgio Lopes na infância ? E hoje, o que mudou?
SÉRGIO - Sempre fui muito ligado à arte. Na minha infância eu era praticante de teatro, porém, já na minha adolescência, comecei a me envolver com música, e foi com ela que encontrei meu rumo na vida. Hoje, sempre que posso, eu uno as duas coisas, sendo até mesmo o personagem principal em meus vídeo-clips. Minha obra prima neste campo é o clip da música A Fé. Quem ainda não viu, vai gostar de ver !
LA - Como surgiram as composições: O Rei e o Ladrão e Lamento de Israel?
SÉRGIO - A maioria de minhas músicas surge em situações vivenciadas na prática, ou após a compreensão do contexto de um texto bíblico. É o caso dessas duas músicas. O Rei e o Ladrão, eu compus me colocando no lugar do ladrão na cruz, e Lamento de Israel, eu imaginei o sofrimento do povo judeu no cativeiro babilônico.
LA - Existe algum motivo especial para o uso do chapéu ?
SÉRGIO - Nada que deva ser levado em consideração. Apenas gosto de usar chapéu, como existem pessoas que gostam de usar bonés, ou jaquetas. É apenas uma mania. Todos possuem uma mania. A minha é o chapéu!
LA - Qual o motivo da pouca aparição na mídia?
SÉRGIO - Eu também não sei. Acho que é porque eu não levo jeito para correr atrás da mídia. Mas também, sou meio assustado com a maneira de que eles transformam pessoas em estrelas e depois se desfazem delas para promover outras. Acho que isso é meio contrário a um evangelho que ensina que eu devo diminuir para que Cristo cresça sempre. Eu me sinto melhor assim, sem muita badalação. Posso dizer que eu realmente dependo da graça de Deus, e não da mídia.
LA - Em casa, de que é composta a sua discoteca? O Que mais você ouve?
SÉRGIO - Prepara-se para uma salada completamente maluca. Gosto de música hebraica. Tenho alguns cds que trouxe de Israel, e eles prendem muito a minha atenção. Entre os cantores brasileiros, sou fã incondicional de: Fernanda Brun (como intérprete) e o pastor Paulo Cézar do Grupo Logos (como compositor). Ouço também: Asaph Borba, Kleber Lucas e o grupo Cia. de Jesus. No mundo da música secular, gosto de ouvir: Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga, que são compositores que me reportam à minha infância lá no nordeste. E prá temperar a salada, reconheço que quando ouço repentistas nordestinos fazendo desafio de viola, eu paro o que estiver fazendo para ouvir. Para fechar tudo, na música internacional gosto de Frank Sinatra e Paul Wibur (principalmente do Shalom Jerusalém).
LA - Já pensou em gravar um cd acústico com as melhores de Sérgio Lopes?
SÉRGIO - Ainda não, mas vou anotar a idéia!
LA - Existe algum sucesso de um outro interprete que você gravaria ?
SÉRGIO - A música: Espinhos, do grupo Logos, composição do pastor Paulo Cézar.
LA - Quais os planos para o futuro?
SÉRGIO - Acabar minha carreira tendo combatido um bom combate.
PERFIL DO CANTOR
Sérgio Ricardo Lopes - 27/10/1964
Versículo: O livro inteiro de Provérbios!
Prato predileto: Neste exato momento, rabada com polenta.
Filme: A Lista de Schindler
Gosto Musical: Gosto de tudo que soa autêntico, independente do ritmo.
Esporte: Futebol
Estado Civil: Casado com Simone. Filhos: Sérgio Victor, Arthur e Gabriel.
Congregação: Igreja Batista do Grotão na Penha - RJ
Maior sonho: Era conseguir viver da música evangélica. Hoje eu vivo deste sonho.
Cd que jamais compraria: Cd pirata
Livro: O livro de Provérbios de Salomão. É insubstituível! É um manual de comunhão com a vida.
Fonte: http://testemunhos.vilabol.uol.com.br//Sergio_Lopes.html
Carla Perez e Xanddy
Em um encontro reservado para amigos e convidados, dia 31/10, no templo da Comunidade Evangélica Artistas de Cristo (CEAC), em Salvador, Bahia, a ex-dançarina do grupo É o Tchan, Carla Perez, e seu marido, Xanddy, do grupo de Axé Music Harmonia do Samba, declararam o seu amor em Cristo e foram batizados nas águas. A equipe de jornalismo do Portal Elnet, do Grupo MK de Comunicação, acompanhou com exclusividade o acontecimento.O culto iniciou por volta das 20h, com muito louvor, adoração e testemunhos, que fizeram com que a reunião durasse cerca de três horas. Entre as canções que foram apresentadas, os convidados louvaram com “Apenas um Toque”, de Fernanda Brum, e “Sonda-me, Usa-me”, de Aline Barros. Como a noite enfatizou o mover de Deus sobre aqueles que entregam suas vidas a Jesus, a também ex-dançarina do É o Tchan, Débora Brasil, participou e testemunhou a obra que o Senhor realizou em sua vida. “Eu trabalhava com Candomblé, cheguei a beber sangue de animais, fazer despachos em cemitérios e outras tarefas terríveis. Quando eu saí do grupo, a minha vida financeira também ficou arruinada e meu único sustento vinha dos meus pais. É isso o que Satanás pode fazer em nossas vidas, sem a proteção do único Deus. Eu sou um exemplo da misericórdia Dele. Hoje, eu estou restaurada e posso dizer que nunca vivi momentos tão felizes em minha vida”, declarou.O maior lutador de Box do Brasil, Acelino Popó, também testemunhou sobre a restauração do seu casamento com a administradora de empresas, Eliana Guimarães. “Nós passamos por muitas tribulações. Eu não conseguia ser fiel, apesar de amá-la. Tudo o que ela sempre quis foi construir uma família, que é um plano de Deus. E quase que eu destruí tudo isso por nada.
Quando ela me deixou, em 2003, é que eu pude sentir o quanto agia errado. Mas, graças a Deus, eu encontrei Jesus. Meu casamento foi restaurado e posso dizer, com orgulho, que hoje eu nasci de novo. Sou uma nova criatura”, disse.Renovação de aliança Durante o culto, Xanddy foi ao púlpito entoar louvores pela gratidão com o mover de Deus em sua vida e na de sua família. O público se emocionou ao ver o cantor quebrantado ao apresentar o louvor “Campeão, Vencedor”, e, logo em seguida, “Deus de Promessas”. Assim que terminou,Xanddy orou em agradecimento ao Senhor e o pastor presidente do ministério, Ivo Dias, convidou Carla Perez ao palco.O pastor falou sobre os tesouros que Deus libera sobre aqueles que reconhecem o nome de Cristo e que só Ele é poderoso para dar livramento de qualquer barreira maligna. Então, o pastor agradeceu novamente ao Senhor pela vitória e graça na vida do casal. Xanddy e Carla Perez renovaram os votos de casamento, para que fossem consagrados por Deus. “Alexandre, eu renovo diante de Deus e da nossa igreja, a minha aliança contigo. E te prometo ser fiel, sendo uma esposa sábia que edifica o lar sobre a rocha. E te prometo ser assim até que a morte nos separe”, disse Carla. Da mesma forma fez Xanddy. A igreja se emocionou e, mais uma vez, dava gritos de júbilo ao Senhor pela vitória do casal.Vários amigos da música baiana estiveram presentes, como a cantora Ivete Sangalo, Cid Guerreiro, o Compadre Washington (também ex-integrante do “É o Tchan”) e o cantor Magno Malta, que também não esconderam a emoção de ver a transformação verdadeira do casal. Momentos antes de o culto encerrar, Xanddy e Carla Perez saíram e retornaram já com as vestes para o mergulho nas águas.
No sacramento, ambos confessaram que, por livre e espontânea vontade, entregaram suas vidas a Cristo, para largar uma vida de pecados e receber a renovação pelo sangue que foi derramado na Cruz do Calvário.A obreira Marinez de Jesus da Silva, que também atuou durante muitos anos no meio artístico secular da Bahia, disse que o momento é um sinal do que Deus tem para fazer na cidade, que não será mais reconhecida como um lugar de “todos os santos”, mas do único Salvador, que é Jesus Cristo. “Eu descrevo este momento como um propósito de Deus. Ele já tem um plano selado conosco. E eu creio que os planos de Deus vão se concretizar aqui na Bahia, porque não foi à toa que o nosso Estado mudou o cenário musical do Brasil há alguns anos. Deus não permitiu isso sem um propósito. E, com certeza, o seu objetivo foi o de ser glorificado. Há dez anos, quando deixei o Axé para me dedicar a Jesus, que eu orava por momentos como esse. É uma prova clara de que Jesus está fazendo proezas”, declarou.Novas criaturasApós o culto, Xanddy e Carla Perez cumprimentaram os presentes e descreveram o momento como verdadeiramente único de suas vidas. “Este é um momento de muita felicidade, não dá para explicar. Era algo que eu esperava muito. Eu estou aqui para servir. A partir de agora eu entrego a minha vida nas mãos Dele. O que Ele decidir, eu farei. Estou aqui para servir. Eu sempre tive uma vida tranqüila e sempre ouvia da Palavra. Mas intimidade mesmo com Deus, só mesmo ultimamente, que tem sido tremendo. E o que Ele não gostar de mim, Ele vai tirando. Seja bruscamente ou aos poucos, mas Ele faz o Seu mover. Sou uma nova criatura”, confessou Carla Perez.Da mesma forma, Xanddy demonstrou o avivamento em sua vida. O cantor disse que não se envergonha de confessar a sua fé e que está disposto a viver somente sob a vontade de Deus.
Ele ressaltou que está vivendo a maior bênção de sua vida e que o seu desejo agora é se transformar numa referência cristã, para que vidas sejam alcançadas pelo amor de Deus. “A partir de agora, eu vou deixar Papai conduzir. Até porque aconteceram muitas transformações, em tão pouco tempo na minha vida, que não há como não crer. E quem crê sabe que o Senhor é o nosso condutor e pastor. Então, eu deixo claro que estou sob a condução Dele, com a confissão de que Ele pode me usar da maneira como quiser. E isso é algo que já está declarado publicamente, pois não tenho nenhuma vergonha de falar sobre este amor verdadeiro de Cristo. A minha expectativa é gloriosa, até porque nós tivemos uma noite poderosa. E quando eu digo poderosa, digo que eu nasci de novo, fui renovado. Sem dúvida alguma, estou vivendo a maior bênção de toda a minha vida. Eu quero é apenas servir de exemplo, ser uma referência e poder ver muitas vidas sendo salvas através desta aliança com o nosso querido Senhor Jesus”, declarou.
Xanddy disse ainda que conta com a ajuda de amigos, como a do senador Magno Malta, que sempre estão dispostos a falar sobre o amor de Cristo. Ele comparou esses relacionamentos como verdadeiras plataformas que o apóiam no dia-a-dia. “Deus é o nosso alicerce e a nossa fortaleza. Mas tem as plataformas que ajudam, que são esses amigos com quem eu convivo, como o Magno Malta, por exemplo. É uma pessoa que, com certeza, nos enche, a cada dia mais, renovando e louvando. É uma troca maravilhosa. Poder conviver com pessoas tão abençoadas, tão amadas, que são gloriosas. Só Deus mesmo pôde ter colocado tantas vidas maravilhosas no meu caminho”.O senador Magno Malta ressaltou que Deus tem um claro propósito na Bahia. Ele disse que, agora, a música baiana será responsável pelo avivamento espiritual do Brasil. “A Bahia é de Deus. Ele levantou um ministério de perseverança de um homem chamado Walter Júnior, que era tido como ‘xarope’ aí no meio do povo e agora faz esse trabalho maravilhoso de evangelização.
Ele é um radialista premiado aqui na Bahia, que sobe em trios elétricos no carnaval, para pregar o evangelho. Isso é a mascara do Diabo caindo. Porque criaram uma mística de que a Bahia é de todos os santos, dos orixás. Isso não é verdade. A Bahia é de Jesus. Ela é o útero do Brasil. Então, uma mulher quando é atacada no útero ataca toda a vida. Essa foi a estratégia do inimigo para atacar todo o Brasil. E agora todos podem ver o que Deus está fazendo. O que podemos dizer da Débora Brasil, por exemplo? Hoje ela é uma mulher cheia do Espírito Santo. E isso vai ramificar para todo país. Então, podemos testificar que Deus iniciou um grande trabalho aqui”, testemunhou.O texto não pode ser reproduzido sem citar os devidos créditos.
Fonte: http://eueminhacasaservimosadeus.blogspot.com/2008/10/testemunho-de-carla-perez-e-xanddy.html
Norton Nascimento
Norton Nascimento
Ator, Natural da cidade de Belém, estado do Pará
Kely Cambia
Atriz, Natural de Mogi das Cruzes, estado de São Paulo
Como se conheceram:
Kely é convertida desde os 4 anos de idade; ía pra igreja evangélica com a sua avó. Aos 16 anos acabou se desviando dos caminhos do Senhor e deu brechas para o inimigo sofrendo com crises de anorexia e bulimia. Aos 18 anos voltou pra igreja onde passou a congregar na Igreja do Evangelho Quadrangular.
Conheceu Norton em 1999. Formada em teatro, Kely trabalhava em uma empresa responsável pelo patrocínio da peça Otelo interpretada por Norton. Na época ele estava se divorciando do segundo casamento (ele tem 3 filhos, um rapaz e duas meninas, sendo uma delas especial - nasceu com problemas de surdez).
Os dois ficaram amigos e em 2000 Kely decidiu ir morar na Bahia para fugir do corre-corre de São Paulo. Voltou em fevereiro de 2002. No dia 19 de outubro do mesmo ano, Norton foi visitá-la para contar sobre as gravações do seu filme, Conspiração do Silêncio, gravado no Belém do Pará. A partir daí começaram a namorar.
O casamento e a religião :
No final do ano de 2002, Norton que dizia ser espiritualista desde os 9 anos de idade pediu Kely em casamento que aceitou com três condições: que ele parasse de beber, de fumar e que a união fosse feita debaixo do evangelho, ou seja, na igreja. Norton aceitou as condições e os dois se casaram em 8 de janeiro de 2003 na Igreja Quadrangular.
Norton não parou de beber nem de fumar, pior: há 8 anos freqüentava um centro espiritual em Abadiânia, Goiás, onde desenvolvia um trabalho de cura espiritual em que o poder de Deus se manifestava através de entidades que um médium incorporava e operações espirituais eram realizadas. Só no ano de 2002 Norton ficou em Goiás 4 meses. Lá não cobravam nada e como ele mesmo dizia tinha uma porcentagem de cura .
Em São Paulo Norton freqüentava um centro kardecista em que Kely o acompanhava e intercedia em voz baixa. Em troca ele a acompanhava nos cultos. Nessa época Kely passou a freqüentar a Renascer.
Um dia Norton se revoltou ao ouvir uma ministração de oferta na Renascer Lins e disse que aquela era a última vez que colocava seus pés em uma igreja evangélica.
Enquanto isso passava dias fora em meio a bebedeira. Não aparecia trabalho e era Kely quem sustentava a casa. Além disso por várias vezes ela foi obrigada a procurá-lo e buscá-lo nos piores lugares de SP.
Enquanto ele ficava desaparecido Kely ia pra igreja se encher da palavra de Deus. Tomava posse de revelações que vinham do púlpito e contava para norton quando ele aparecia.
Norton tinha curiosidade sobre a bíblia e se interessa pelo que Kely lhe contava.
Em agosto do ano passado após uma noite de bebedeira Norton foi ao culto do dia dos pais na Renascer de Moema com Kely e seu filho. Após o apelo do Bispo Zé Bruno lá estava ele aceitando Jesus como seu salvador.
Norton teve ainda algumas recaídas com o álcool. Como estava parando começou a se sentir mal por causa do coração (ps. Se ele tivesse continuado com a bebida poderia ter sofrido um enfarto e morrido sem chances de transplante).
Desceu às águas em 26 de novembro e mesmo convertido norton ainda tinha dúvidas se era do bem ou do mal o centro que freqüentava em Goiás. Resolveu passar pela cirurgia espiritual que não mudou nada seu quadro clínico. Chegou a pensar em suicídio, achava que as dores eram por causa da abstinência do cigarro e da bebida.
A cirurgia :
No dia 15 de dezembro norton se internou no hospital Beneficência Portuguesa, no bairro do Paraíso, zona sul de SP, para uma correção de uma aneurisma na aorta, resultado de um problema congênito.
Após a cirurgia, o coração não apresentou melhoras e o transplante era a única solução. No dia 18 de dezembro Norton recebeu o órgão do médico Ricardo Veiga, morto em um acidente de carro no rio de janeiro.
No dia 19 de dezembro, aos 41 anos de idade, o ator se submeteu a uma cirurgia cardíaca de transplante. O cirurgião responsável foi o doutor José Pedro da Silva. Norton ainda contou com o trabalho da nefrologista Anita Saldanha que cuidou dos seus rins que foram danificados por conta da baixa pressão.
A operação foi iniciada pouco depois da 1 hora da manhã e terminou às 7 horas. Normalmente um dia após a cirurgia os pacientes já estão falando, contudo, o ator teve complicações renais e a recuperação foi um pouco mais demorada.
A gravidade do caso levou o ator a se tornar um dos seis casos prioritários para transplantes de coração no estado, numa lista de 60 pessoas.
Após a cirurgia
Ao sair do hospital Norton foi direto para a igreja agradecer ao Senhor juntamente com o corpo de Cristo a sua vitória. Esteve na ceia de oficiais no último sábado onde pôde contar seu testemunho pela primeira vez em público.
Em casa Norton deverá trabalhar para recuperar sua musculatura. Também terá de tomar um medicamento imunossupressor, pelo resto da vida, para evitar a rejeição do órgão.
Além de levar o evangelho onde quer que o Senhor o mande Norton também tem uma meta de encabeçar uma campanha nacional de doação de órgãos e sangue em parceria com a tv globo a partir do mês de março.
Carreira :
Norton jogou basquete dos 9 aos 27 anos, foi técnico dos 20 aos 30.
A carreira como ator se iniciou em 1987, na escola de teatro. Um ano depois foi para o sbt onde ficou até 1991. Depois foi para a rede globo onde permanece até hoje
Já trabalhou em várias peças de teatro mas é lembrado por suas atuações na tv e no cinema como:
Tv :
participação especial no sítio do Pica-pau Amarelo.A Padroeira (Zacarias)
Brava Gente - História de Carnaval - (Marcelo)
Aquarela do Brasil - (Bemol)
Chiquinha Gonzaga - (Joaquim Antônio da Silva Callado Junior)
O Fim do Mundo - (Frei Eusébio)
Malhação - (Fausto)
A Próxima Vítima - (Sidney Noronha)
Fera Ferida - (Wotan) Agosto - (Chicão) Os imigrantes
Filmes :
Conspiração do Silêncio -
- Filme rodado em onze semanas nas cidades de Belém e Marituba no estado do Pará, onde um vilarejo e um campo de prisioneiros foram construídos. O cronogragrama iniciou-se em novembro de 2001
Até que a vida nos separe - Pedro
Drama urbano - Waldo
Carlota Joaquina, princesa do Brasil - Fernando Leão
Em meio a carreira de ator Norton também gravou um cd com o nome de Olhar.
DEUS É FIEL.
Fonte: http://www.renascerfloripa.com.br/news_noticia_297.php3
Como era a sua vida sem Jesus?
Mara - Eu vivia de aparências. Aparentava tudo o que gostaria de ser. Era uma pessoa sem paz. Eu até tinha alegria, mas não era uma alegria constante.Eu vivia uma felicidade momentânea que, quando passava, deixava um vazio muito grande. Hoje eu sou feliz em tempo integral. Possa ter problemas, como todo mundo tem, mas sou verdadeiramente feliz.
Qual era a sua idéia sobre Deus?
Mara - Eu sempre fui muito religiosa. Era católica praticamente e esotérica. Lia a Bíblia, falava de Deus. Cantava Jesus Cristo eu estou aqui, mas não o conhecia de verdade, não tinha um relacionamento com ele. Eu sempre busquei muito a Deus. Adorava o sol, acreditava em horóscopo, cultuava os anjos, praticava os ensinamentos da Seicho-No-Ie, acendia incenso, tinha pirâmides, imagens, etc.
Como você foi para a igreja?
Mara - Eu não fui querendo. Muitas pessoas dizem que Deus tem de tocar, que quando alguém sentir de ir vai. Eu não acredito nisso. Eu fui para a igreja porque a minha vida estava um caos. Eu tinha problemas de saúde e problemas espirituais. Tornei-me dependente de moderador de apetite, estava presa no vício, tomava até dez remédios por dia. Além disso, tinha um cisto no ovário e corria o risco de perdê-lo. Estava completamente perdida e Jesus me curou de tudo.
Quem te evangelizou?
Mara - Várias pessoas me evangelizaram. A palavra de Deus estava sempre chegando até mim por intermédio de um vizinho, de um parente, de um folheto, de um programa de rádio, de televisão, de mensagens em adesivos de carros e até out-door. Foi uma série de Jesuscidências.
Mas quem te levou para a igreja?
Mara - Nas primeiras vezes, eu fui com um casal de amigos, funcionários meus. Fui uma ou duas vezes, gostei, me emocionei, chorei bastante, até aceitei Jesus, mas não levei a sério e não voltei.
Como você se senti dentro da igreja?
Mara - Tudo me incomodava. O barulho, o jeito das pessoas, tudo. Eu me achava um peixe fora dágua, mas me sentia bem.
Quando você foi para a igreja pra valer?
Mara - Quando estava com problemas de saúde, eu voltei. Mesmo sem vontade. Tudo o que o pastor falava coincidia com a minha vida. Então ao invés de dar ouvidos à minha crítica e aos meus preconceitos, passei a dar valor ao que Deus estava falando para mim. Em determinado momento, o pastor falou para eu pensar nos problemas que estava enfrentando e provar a Deus. Eu achava até um desrespeito fazer isso. Eu cresci acreditando num Deus distante e estava sendo apresentada a um Deus que eu não conhecia, um Deus com quem eu poderia me relacionar mais do que com qualquer pessoa, um Deus indescritível. Naquele dia, fiz um propósito pedi cura e libertação.
Como foi o início da sua vida com Cristo?
Mara - Depois de aceitar Jesus, no mesmo dia, o pastor disse que eu tinha que ir uma semana inteira à igreja todos os dias. Achei demais, mas fui só para ver se acontecia alguma coisa. Já não tomava mais os remédios, mas ainda sentia vontade. Provei Deus, me aproximei dele. Estava nas trevas, nas correntes, e fui liberta.
Foi fácil para você ir à igreja todos os dias da semana?
Mara - Não foi nada fácil, ainda mais porque o Pastor também disse que eu teria de ir vestida em pano de saco, que teria de me humilhar embaixo da mão potente de Deus. Eu já tinha sido muito humilhada pelos homens. Enfrentei calúnias, inveja. Sofri demais antes de conhecer Jesus. Mesmo sem vontade, fui a igreja durante uma semana, vestida em pano de saco, mesmo sendo uma artista famosa, porque era isso que Deus queria de mim. A gente tem de ir à casa de Deus com vontade ou sem vontade, porque temos que obedecer a vontade Dele. Naquela mesma semana, minha vida começou a mudar radicalmente. A primeira mudança aconteceu no meu coração, eu me libertei da tristeza, alcancei a cura dos meus problemas físicos e continuo mudando até hoje.
Como foi a sua adaptação à igreja, já que você já é uma pessoa famosa?
Mara - O assédio sempre existe, mas o Espírito Santo se encarrega de tudo. Ele me tornou mais carinhosa com as pessoas. Sempre fui muito agitada e agora sou mais tranquila. Sei que muita gente me critíca. A fama e o sucesso fazem parte da vida do artista, mas eu não me iludo. Sei que a minha glória não está neste mundo, estou esperando a minha glória lá no céu.
O que mudou no seu relacionamento com a família e os amigos depois da conversão?
Mara - Existem evangélicos desviados na minha família, da parte do meu pai. Eu não faço distinção nenhuma entre os da fé e os que não são da fé porque o inimigo usa o preconceito contra a gente. Enfrentei algumas críticas e reconceitos, mas amém. Em tudo dai graças. O importante é que eu estou firme e vou proseguir nesse caminho.
Você já ganhou alguém da sua família para Jesus?
Mara - A minha mãe e um tio meu estão vindo para a igreja.
Como tem sido seu trabalho de evangelismo?
Mara - Eu dou meu testemunho pelo Brasil inteiro, faço shows evangélicos busco sempre unção do Espírito Santo para que as pessoas sejam alcançadas. Eu continuo com a minha vida secular ativa. Também faço shows não evangélicos. Eu uso isso como um modo de brilhar com a luz de Jesus no meio daqueles de que não o conhecem. Afinal, nós somos sal da terra e luz do mundo e a luz não pode ficar escondida
Além do casamento quais são os seus planos para o futuro?
Mara - Estou com vários projetos em andamento, entre eles um seria um programa direcionado para o público jovem.
Fonte: http://testemunhos.vila.bol.com.br/Mara_Maravilha.html
Mara - Eu vivia de aparências. Aparentava tudo o que gostaria de ser. Era uma pessoa sem paz. Eu até tinha alegria, mas não era uma alegria constante.Eu vivia uma felicidade momentânea que, quando passava, deixava um vazio muito grande. Hoje eu sou feliz em tempo integral. Possa ter problemas, como todo mundo tem, mas sou verdadeiramente feliz.
Qual era a sua idéia sobre Deus?
Mara - Eu sempre fui muito religiosa. Era católica praticamente e esotérica. Lia a Bíblia, falava de Deus. Cantava Jesus Cristo eu estou aqui, mas não o conhecia de verdade, não tinha um relacionamento com ele. Eu sempre busquei muito a Deus. Adorava o sol, acreditava em horóscopo, cultuava os anjos, praticava os ensinamentos da Seicho-No-Ie, acendia incenso, tinha pirâmides, imagens, etc.
Como você foi para a igreja?
Mara - Eu não fui querendo. Muitas pessoas dizem que Deus tem de tocar, que quando alguém sentir de ir vai. Eu não acredito nisso. Eu fui para a igreja porque a minha vida estava um caos. Eu tinha problemas de saúde e problemas espirituais. Tornei-me dependente de moderador de apetite, estava presa no vício, tomava até dez remédios por dia. Além disso, tinha um cisto no ovário e corria o risco de perdê-lo. Estava completamente perdida e Jesus me curou de tudo.
Quem te evangelizou?
Mara - Várias pessoas me evangelizaram. A palavra de Deus estava sempre chegando até mim por intermédio de um vizinho, de um parente, de um folheto, de um programa de rádio, de televisão, de mensagens em adesivos de carros e até out-door. Foi uma série de Jesuscidências.
Mas quem te levou para a igreja?
Mara - Nas primeiras vezes, eu fui com um casal de amigos, funcionários meus. Fui uma ou duas vezes, gostei, me emocionei, chorei bastante, até aceitei Jesus, mas não levei a sério e não voltei.
Como você se senti dentro da igreja?
Mara - Tudo me incomodava. O barulho, o jeito das pessoas, tudo. Eu me achava um peixe fora dágua, mas me sentia bem.
Quando você foi para a igreja pra valer?
Mara - Quando estava com problemas de saúde, eu voltei. Mesmo sem vontade. Tudo o que o pastor falava coincidia com a minha vida. Então ao invés de dar ouvidos à minha crítica e aos meus preconceitos, passei a dar valor ao que Deus estava falando para mim. Em determinado momento, o pastor falou para eu pensar nos problemas que estava enfrentando e provar a Deus. Eu achava até um desrespeito fazer isso. Eu cresci acreditando num Deus distante e estava sendo apresentada a um Deus que eu não conhecia, um Deus com quem eu poderia me relacionar mais do que com qualquer pessoa, um Deus indescritível. Naquele dia, fiz um propósito pedi cura e libertação.
Como foi o início da sua vida com Cristo?
Mara - Depois de aceitar Jesus, no mesmo dia, o pastor disse que eu tinha que ir uma semana inteira à igreja todos os dias. Achei demais, mas fui só para ver se acontecia alguma coisa. Já não tomava mais os remédios, mas ainda sentia vontade. Provei Deus, me aproximei dele. Estava nas trevas, nas correntes, e fui liberta.
Foi fácil para você ir à igreja todos os dias da semana?
Mara - Não foi nada fácil, ainda mais porque o Pastor também disse que eu teria de ir vestida em pano de saco, que teria de me humilhar embaixo da mão potente de Deus. Eu já tinha sido muito humilhada pelos homens. Enfrentei calúnias, inveja. Sofri demais antes de conhecer Jesus. Mesmo sem vontade, fui a igreja durante uma semana, vestida em pano de saco, mesmo sendo uma artista famosa, porque era isso que Deus queria de mim. A gente tem de ir à casa de Deus com vontade ou sem vontade, porque temos que obedecer a vontade Dele. Naquela mesma semana, minha vida começou a mudar radicalmente. A primeira mudança aconteceu no meu coração, eu me libertei da tristeza, alcancei a cura dos meus problemas físicos e continuo mudando até hoje.
Como foi a sua adaptação à igreja, já que você já é uma pessoa famosa?
Mara - O assédio sempre existe, mas o Espírito Santo se encarrega de tudo. Ele me tornou mais carinhosa com as pessoas. Sempre fui muito agitada e agora sou mais tranquila. Sei que muita gente me critíca. A fama e o sucesso fazem parte da vida do artista, mas eu não me iludo. Sei que a minha glória não está neste mundo, estou esperando a minha glória lá no céu.
O que mudou no seu relacionamento com a família e os amigos depois da conversão?
Mara - Existem evangélicos desviados na minha família, da parte do meu pai. Eu não faço distinção nenhuma entre os da fé e os que não são da fé porque o inimigo usa o preconceito contra a gente. Enfrentei algumas críticas e reconceitos, mas amém. Em tudo dai graças. O importante é que eu estou firme e vou proseguir nesse caminho.
Você já ganhou alguém da sua família para Jesus?
Mara - A minha mãe e um tio meu estão vindo para a igreja.
Como tem sido seu trabalho de evangelismo?
Mara - Eu dou meu testemunho pelo Brasil inteiro, faço shows evangélicos busco sempre unção do Espírito Santo para que as pessoas sejam alcançadas. Eu continuo com a minha vida secular ativa. Também faço shows não evangélicos. Eu uso isso como um modo de brilhar com a luz de Jesus no meio daqueles de que não o conhecem. Afinal, nós somos sal da terra e luz do mundo e a luz não pode ficar escondida
Além do casamento quais são os seus planos para o futuro?
Mara - Estou com vários projetos em andamento, entre eles um seria um programa direcionado para o público jovem.
Fonte: http://testemunhos.vila.bol.com.br/Mara_Maravilha.html
Lanna Holder
Somos constantemente questionados sobre como está a vida da Missionária Lanna Holder. Para responder às dúvidas dos nossos internautas criemos este especial para falar somente dela. Aqui você saberá que:
1. Lanna Holder era lésbica, mas se converteu ao evangelho.
2. Lanna teve uma queda, e se afastou do ministério.
3. Arrependeu-se e atualmante está pregando novamente.
1. Lanna Holder era lésbica, mas se converteu ao evangelho.
Veja seu testemunho, da época de sua conversão:
Entrevista com a Missionária Lanna holder, Ex-Lésbica
Restauração
Milena Soares
Lanna Holder é prova viva de que os impossíveis dos homens são possíveis para Deus. Envolvida por muitos anos com o lesbianismo, drogas e alcoolismo, Lanna acreditava que nunca iria mudar. Mas Deus transformou a sua vida de tal forma que hoje é realmente uma mulher, missionária, casada com um pastor, mãe de Samuel.
Seu testemunho impactante rompeu os limites do Brasil e hoje é convidada a pregar em diversas partes do mundo. Após um congresso de mulheres, no qual pregou, a missionária Lanna Holder concedeu um entrevista à ELNET. Confira.
ELNET - Quando você teve contato com o homossexualismo?
Lanna Holder - Com apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher. Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu.
ELNET - De que forma você enxergava Deus?
Lanna - Quando cheguei à tal boate, conheci duas mulheres que tinham mais de 50 anos e eram lésbicas. E então perguntei para elas: O que Deus acha do homossexualismo?. Elas responderam que Deus gostava disso porque ele quer que as pessoas sejam felizes. Ele nos ama e quer que a gente ame também, elas disseram. Como eu tinha dúvidas, achava que que Deus não gostava deste tipo de coisa, essa resposta caiu como uma luva, porque aquilo acabou com a minha culpa.
Aceitei aquela palavra demoníaca.
ELNET - E como foi a sua conversão?
Lanna - Sempre dizia que nem Deus poderia mudar a minha opção sexual. E a gente não pode mexer com Deus! Minha mãe, que era prostituta, se converteu e comecei a notar a diferença. Ela me evangelizava, mas me sentia pecadora demais pra Deus ouvir as minhas orações. Além disso,
eu sempre dizia que só iria me converter quando ficasse velha. Um diácono da igreja da minha mãe me mostrou a passagem Apocalipse 22.15. Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se
prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira;. Eu pedi para que ele parasse de ler porque eu não agüentava. Pedi para que ele orasse por mim, porque eu queria aceitar Jesus.
ELNET - Quando isso aconteceu?
Lanna - Foi no dia 12 de dezembro de 1995, aos meus 21 anos. Larguei todas as minhas práticas imediatamente. Pedi à minha mãe, que ligasse para a minha ex-companheira e avisasse que eu não iria mais voltar, pois havia me convertido. Milagrosamente o álcool, as drogas e o homossexualismo ficaram para trás.
ELNET - Como foi a transição física, antes com trejeitos masculinos e agora, com trejeitos e caráter femininos?
Lanna - A primeira mudança foi a roupa. Eu não usava somente calça jeans. Comprava roupas sempre na seção masculina das lojas. Atualmente não uso mais calças pelo fato de querer diferenciar isso. Fiz uma campanha de jejum, acordava de madrugada para orar e louvar, pedindo sempre a Deus que me libertasse dos trejeitos masculinos. Deixei também o meu cabelo crescer e a tatuagem que tenho já está ficando desbotada e tenha a certeza que Deus vai tirar, como Ele já
me prometeu.
ELNET - Você é uma pessoa muito requisitada. Como administra o seu tempo com Deus?
Lanna - Alguns dias na semana, especialmente nas segundas-feiras, tento não pregar. A minha vida é só pra me dedicar a Deus. Tenho uma assessoria que me ajuda no ministério. O tempo livre que tenho reservo para orar, ouvir músicas, que pra mim são muito importantes no tempo de adoração. Também ouço e vejo fitas de outros pregadores.
ELNET - Como uma mulher pregadora, você já sofreu algum preconceito?
Lanna - Assim que me converti, seis meses depois já comecei a pregar. Uma vez fui pregar em Pernambuco e logo depois um pastor me disse que era muito nova . Você é mulher, então vai sentar no banco, vai estudar aBíblia, porque o que você está fazendo não é pra você, não
agora, só depois de muito tempo de experiência com Deus e pregação, dizia ele. Eu fui pra casa chorando muito e perguntei a Deus o porquê daquilo. E Ele me respondeu através daquele versículo que diz que Deus usa as coisas loucas deste mundo pra confundir as sábias. Deus me mandou pregar e tem me usado e a palavra dEle tem se cumprido.
ELNET - Como é o preparo antes de subir no púlpito para pregar?
Lanna - Eu tiro a parte da tarde pra ler a Palavra. Tenho 20 temas gravados em Cd e mais 150 mensagens. Fiz uma campanha em uma igreja de São Paulo durante dois anos, onde trazia uma mensagem nova a cada segunda-feira. Hoje, quando conto o meu testemunho sempre agradeço a
Deus pela oportunidade e privilégio de tocar as pessoas com a mensagem. Eu sempre leio a Bíblia, oro, fico no meu quarto, buscando me consagrar para poder pregar a mensagem.
ELNET - Qual foi a experiência mais marcante no púlpito?
Lanna - Com certeza foi no Gideões. Quando recebi o telefonema do pastor me convidando para pregar no Gideões Missionários. Na hora aceitei! Pulei de alegria. Foi a minha primeira fita gravada As Sete Trombetas do Apocalipse. E pregar para aquela multidão foi de início muito difícil, até porque fui a primeira mulher a pregar em toda a história do Gideões. Era um culto pela manhã, as pessoas estavam até mesmo um pouco desconfiadas, de braços cruzados, mas quando terminou
a mensagem, pessoas foram curadas na multidão.
ELNET - O que você sentiu?
Lanna - Eu nunca senti tanto poder de Deus na minha vida. Mas antes tinha pedido a Deus: Senhor, toda a igreja do Brasil está fazendo uma certa expectativa, afinal, eu tenho apenas 26 anos, ex-lésbica, cinco anos de convertida! Mas quando eu cheguei lá, eu pude ver a misericórdia de Deus na minha vida. Ali eu tive a certeza que nasci para isso. Eu preguei uma palavra inédita, para um público que estava bastante apreensivo, e no final a glória de Deus foi derramada ali.
ELNET - A maioria das suas pregações é sempre em torno do seu testemunho?
Lanna - Não. Quando vou a uma igreja pela primeira vez, geralmente eles pedem que eu conte o meu testemunho. Mas se 80% das pessoas já conhecerem o meu testemunho, eu prego sobre outros assuntos.
ELNET - Há uma frase muito conhecida que diz Existe ex tudo menos ex-homossexual. Você sofreu algum preconceito no meio evangélico?
Lanna - Sim, no início as mães não deixavam suas filhas se relacionarem comigo, até mesmo os pastores. E isso acontecia principalmente no interior. Mas foi bem no início, antes de fazer a
minha primeira missão transcultural.
ELNET - Há algum trabalho específico com homossexuais?
Lanna - Não. Sou uma pregadora, mas tenho um site (www.lanaholder.com.br) onde as pessoas podem saber mais sobre a minha vida.
ELNET - Você se dedica integralmente ao ministério. Como você consegue o seu sustento?
Lanna - Através da venda do material com as pregações, testemunho, e também o sustento que a igreja onde eu que congrego me oferece.
ELNET - O seu esposo é pastor e deixou o púlpito pra se dedicar ao seu ministério. Geralmente é o contrário: a mulher é quem se dedica ao ministério do marido. Como é isso?
Lanna - O Samuel tem o maior prazer de estar junto comigo neste ministério. Como viajo muito, ele percebeu que era importante estar sempre ao meu lado. O Samuel sempre diz que é muito realizado. Eu não vivo sem o meu marido porque ele administra o meu ministério. Ele também escreve e tem algumas mensagens também. Trabalhamos em conjunto, nos complementamos.
ELNET - E como você administra o seu tempo com a família?
Lanna - Meu filho é muito agarrado comigo. Eu viajo toda a semana. Este mês, vou para os Estados Unidos e só retorno em novembro. Há um mês não apareço em casa.
ELNET - Quando o seu filho crescer e souber de todo o seu passado, como vai ser? Você tem algum receio?
Lanna - Não! No testemunho de Gideões levantei o meu filho, que se chama Samuel também, para as pessoas verem o que Deus fez na minha vida. É claro que não é o meu filho e o meu marido que vão provar a minha libertação. O que liberta é o conhecimento do Sangue de Jesus, a comunhão com Deus, mas eles foram um presente. Tenho muito prazer de mostrar o meu marido e o meu filho.
ELNET - Alguns dizem que o homossexualismo tem uma origem genética. O que acha?
Lanna - Em todos os casos acredito que há influência maligna. No meu caso, especificamente, foi uma maldição hereditária. Meu pai queria que eu fosse homem e isso inconscientemente afetou.
ELNET - Para você, o que é o melhor e o mais difícil do casamento?
Lanna - É poder dormir e acordar com alguém que você ama .É poder levar uma vida íntima sem sentimento de culpa. O mais difícil é ser submissa ao marido! É ter que acatar algumas decisões. Mas aos poucos a gente vai aprendendo e descobrindo que esta atitude traz recompensas.
ELNET - Seu ministério já trouxe algum problema para a sua vida conjugal?
Lanna - Não, pelo contrário, o meu marido sempre me cobra, diz que tenho que dar mais atenção às pessoas. Não que eu não queira fazer isto, mas é que quando eu saio do púlpito estou exausta e, às vezes, muitas pessoa querem falar comigo. Já houve casos de atender 50 pessoas após um culto, para orar, conversar. Mas mesmo cansada faço com prazer porque sei que estou ajudando as pessoas. Não que seja o preço da fama, mas é a recompensa pela obra de Deus.
ELNET - O que você diria àquelas pessoas que ainda não acreditam na conversão de um homossexual?
Lanna - Eu diria que essas pessoas que limitam o poder de Deus, que não acreditam na transformação de um homossexual não conhecem verdadeiramente o que Deus pode fazer na vida de alguém. E não há barreira para o poder de Deus, nem muralhas que o impeçam de avançar.
Eu falo de um Deus que mudou a minha vida. Eu não conheço Deus de ouvir falar, mas eu o conheço porque os meus olhos o viram na minha vida, na minha família, na minha casa.
2. Lanna teve uma queda, e se afastou do ministério.
Veja esta entrevista concedida à revista Eclésia n.97, onde relata as conseqüências da queda:
A Igreja Evangélica foi sacudida por um escândalo envolvendo a missionária pernambucana Lanna Holder, 29 anos. Ligada ao ministério da World Revival Church - Igreja do Avivamento Mundial, nos Estados Unidos, Presidida pelo Pr. Ouriel de Jesus, a igreja freqüentada por brasileiros que vivem na região, Lanna teve um caso homossexual com a dirigente do louvor daquela comunidade.
Logo, o ti-ti-ti e a boataria correram soltos. Dizia-se que ela fora presa e deportada, após ser surpreendida pelo marido com a parceira dentro de um carro.
A coisa teria chegado ao ponto de ela ter levado uma surra do marido....
O episódio só tomou tal proporção devido à ausência de informações e, claro, à popularidade de Lanna no segmento pentecostal. Pregadora itinerante, ela ficou famosa ao percorrer igrejas, no Brasil e no exterior, contando seu testemunho de conversão que inclui, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo homossexualismo.
Confira a entrevista concedida ao repórter Marcelo Dutra da revista Eclésia feita por telefone de sua casa em Boston:
ECLÉSIA - A senhora realmente deixou de ser homossexual quando aceitou a Cristo?
Lanna - Eu fui curada por Jesus e não tenho dúvidas quanto a isso. Fico triste quando vejo gente por aí dizendo: “A Lanna caiu porque não era liberta de verdade”. Isso é coisa de quem não conhece a Bíblia. As Escrituras narram que vários personagens que viviam segundo os desígnios do Senhor caíram - isso é do homem. Vemos gente que saiu do adultério voltar a adulterar; alcoólatras libertos que um dia caem e tomam a beber. A pessoa que tem um passado negro como o meu está sempre sujeita e suscetível a uma queda.
ECLÉSIA - Na época de sua conversão, a senhora submeteu-se a alguma terapia espiritual para suprimir suas inclinações homossexuais?
Lanna - Não me submeti a nenhum trabalho específico voltado para essa área. Eu me converti na Assembléia de Deus e lá eles não têm esse tipo de atendimento.
ECLÉSIA - Na sua opinião, como a Igreja brasileira trata a homossexualidade?
Lanna - Esse é um problema que não é tratado de frente nas igrejas. Tanto que quase ninguém conta para seu pastor quando tem uma inclinação homossexual. Acho realmente que é um problema não tratar disso com mais seriedade.
ECLÉSIA - A senhora teve algum outro caso homossexual depois de sua conversão?
Lanna - Não, de forma alguma. Tive, quando nova convertida, problemas, desejos, provações, mas não caí emtentação. Nessa época, eu não tinha ministério.
ECLÉSIA - A Igreja é mais radical quando o pecado atinge a área sexual?
Lanna - Sem dúvida. Os pecados da área sexual são tratados pelas igrejas de maneira muito mais severa. Um irmão ou pastor que rouba o dinheiro da tesouraria e que administra a verba ao seu bel-prazer, ou aquele que difama os outros, por exemplo, é visto como um “pecador normal” - às vezes, nem são observados. Não é o que acontece com quem comete erros sexuais. Há uma fixação da Igreja por essa área.
ECLÉSIA - Por que?
Lanna - É simples - a Igreja, principalmente a brasileira, está mais doente que o mundo. Sabe por quê? Porque ela conhece a verdade mas age como se não a conhecesse. A Igreja conhece a graça de Deus, mas a despreza. Só para você ter uma idéia: quando eu caí em pecado, estava nos Estados Unidos. Voltei para o Brasil na tentativa de me afastar da outra mulher e de restaurar meu ministério. Mas vários pastores da América ligaram para o Brasil para relatar o que acontecera. Quando você está bem, é respeitado. Mas quando se está à beira do precipício, algumas pessoas que estão dentro da Casa de Deus não socorrem. Empurram.
ECLÉSIA - Ao longo de seu ministério, a senhora tomou conhecimento de homossexuais, homens ou mulheres, que vivem dentro das igrejas sem resolver esta situação?
Lanna - Só não posso te falar que em todas as igrejas encontrei pessoas assim porque não quero mentir. Mas sem medo de errar, em 90% das igrejas existem pessoas com problemas relacionados ao homossexualismo. Sempre que eu dava meu testemunho, as pessoas me procuravam para contar seu drama e pedir conselhos. Elas se abriam comigo — mas não faziam o mesmo com seus pastores, pois tinham muito medo. Eles diziam que não confiavam em ninguém. Então, eu falava para eles tomarem como exemplo o milagre que Deus fez na minha vida e que abandonassem o pecado.
ECLÉSIA - O que de fato aconteceu com a senhora neste caso?
Lanna - Eu me apaixonei por uma mulher, fui tentada e caí em pecado. Houve um envolvimento sentimental muito forte que, infelizmente, mexeu com meu passado de homossexualismo. Mas fico triste quando alguém diz que eu nunca mudei de fato e que enganava as igrejas. Isso é mentira. Jesus realmente me libertou de uma gaiola até há alguns meses, mas eu fui presa lá de novo.
ECLÉSIA - Se voltou ao Brasil para restaurar sua vida, por que, então, está vivendo agora nos EUA?
Lanna - Porque eu preciso juntar dinheiro suficiente para quitar uma divida que ultrapassa os R$ 100 mil. Trabalhando no Brasil, eu jamais conseguiria pagar tudo isso.
ECLÉSIA - E como a senhora está se mantendo?
Lanna - Aqui nos EUA, já trabalhei como pintora de paredes. Agora, no inverno tenho trabalhado como entregadora de pizzas. Uso meu carro para isso. Trabalho 11 horas por dia, seis dias por semana e chego em casa por volta das 22h, todo dia. Eu divido um apartamento com meu filho e duas brasileiras que não são evangélicas. O aluguel aqui é muito caro.
ECLÉSIA - Qual a origem de tamanho prejuízo?
Lanna - Muitas pessoas que haviam comprado meu material para vender nas igrejas sustaram os cheques, assim que o escândalo estourou.
ECLÉSIA - Quais foram os pastores que lhe deram calote?
Lanna - Não gostaria de citar nomes. São pastores de grandes igrejas e de igrejas da periferia, também.
ECLÉSIA - Mas o que aconteceu com todos os recursos arrecadados pela venda de suas fitas e vídeos durante tanto tempo?
Lanna - Meu ex-marido cuidava disso para mim. Ele administrava toda essa questão de dinheiro. Eu mesmo nem sei ao certo quanto arrecadava com a venda dos produtos. Só sei que agora devo e muito.
ECLÉSIA - Se o trabalho que fazia era ministerial, por que cobrar ofertas? Não seria mais legítimo viver unicamente pela fé, como se diz?
Lanna - Eu não cobrava ofertas até o fim do meu segundo ano de ministério. No início, eu acreditava que as igrejas tinham essa visão, mas depois percebi que não era bem assim. Havia ocasiões em que os pastores não me ofereciam nada além de tapinhas nas costas. E eu tinha que sustentar minha família. Mas nunca perguntava à igreja o quanto ela podia me dar. Mais tarde, o ministério tomou-se uma máquina de dinheiro e esse foi um dos motivos que fizeram com que eu perdesse o alvo.
ECLÉSIA - Então, a senhora virou uma pregadora profissional?
Lanna - As cobranças e exigências eram enormes. Eu tinha que pregar todo dia, já que estava preocupada em pagar dívidas e investimentos. O alvo espiritual era outro, mas eu não consegui segurar a situação — quando me dava conta, tinha que cumprir essa agenda, não só pelo dever de ministério, mas por causa de contas a pagar, funcionários etc. Depois que eu caí em pecado, justamente quando estava no auge do meu ministério, vários pastores disseram que eu seria muito burra se assumisse meu erro diante de todos. Houve quem me aconselhasse a negar tudo e continuar pregando. Mas como eu poderia mentir? O período mais difícil que passei em toda a minha vida foram os meses em que pregava algo de púlpito que eu não estava vivendo pessoalmente.
ECLÉSIA - Em algum momento de seu ministério, a senhora sentiu-se usada pelos pastores?
Lanna - Não vou usar esse termo “usada”. Acho que o que acontece no Brasil, e isso não se vê no resto do mundo, é que 90% dos pastores que conheci não têm consciência plena do que é ministério missionário. Mas a maioria acredita que, se você é missionário, tem que passar necessidade, tem que viver na prova. Não existe uma visão contemporânea do ministério missionário. De cada dez igrejas em que eu pregava, em apenas uma eu era abençoada com uma oferta de amor. Embora meu sustento e o de minha família viesse dessa ajuda das igrejas, eu jamais estipulei um valor para pregar neste ou naquele lugar. Muita gente diz que o dinheiro e a fama me subiram à cabeça. E tem outra coisa - sempre que eu era convidada para ir a alguma igreja, pedia que a congregação pagasse também a passagem do meu marido, para que ele me acompanhasse sempre. Como esposa, eu não queria ficar longe dele muito tempo. E muitas vezes pagava do meu próprio bolso, tirava da minha oferta para poder levá-lo.
ECLÉSIA - Seu casamento foi influenciado por pressões da igreja, como uma forma de provar que não era mais lésbica?
Lanna - Não, de forma alguma. Eu me casei porque quis.
ECLÉSIA - E por que seu casamento naufragou?
Lanna - Nós não conseguimos resolver as coisas de uma maneira melhor por causa dos vários compromissos que eu tinha com o ministério. Meu casamento foi abaixo também por causa disso. Meu ritmo de vida era alucinante, chegava a pregar três vezes ao dia em locais diferentes. Havia também as viagens. Isso proporcionou que a gente se afastasse. Nós passamos por graves crises em nosso casamento, principalmente na área sexual. Chegamos a ficar quase um ano sem manter relações sexuais. Dá para acreditar? Eu cheguei a cobrar do meu marido um compromisso sexual comigo. Dizia para ele que, devido ao meu passado, eu tinha que ser plenamente saciada por um homem nesta área. Mas nada mudava. Ele só me dizia que eu não podia deixar de pensar no ministério. Nosso casamento não tinha mais jeito.
ECLÉSIA - Vocês já estão divorciados?
Lanna - Ainda não, pois estamos sem dinheiro. Mas vamos usar um serviço social americano para resolver essa questão o mais rápido possível. Meu sonho neste momento, mais do que voltar a ter algum ministério, é ter uma família. Peço a Deus um marido. Um homem que realmente me faça feliz e me dê pelo menos mais dois ou três filhos.
ECLÉSIA - Após a divulgação do escândalo, alguns dos setores que antes a solicitavam têm apoiado a senhora?
Lanna - Não, ninguém me procurou. A única pessoa que realmente tenta me apoiar - aliás, eu me emociono pela maneira como faz isso — é meu pastor [Manoel Antonio Ribeiro, da Assembléia de Deus do Monte, no Rio de Janeiro]. E olha que nós sequer nos falamos depois de tudo que me aconteceu. Eu tento poupá-lo do constrangimento. Mas aquele é um servo de Deus, um homem de bem. Para não ser injusta, a pastora Zilmar, esposa do pastor Jabes de Alencar [líder da Assembléia de Deus do Bom Retiro, igreja paulistana], foi me visitar em São Paulo, assim que soube que eu tinha caído em pecado. Ela veio em nome da igreja e ofereceu ajuda para o que eu estivesse precisando. Levaram até uma cesta básica para mim.
ECLÉSIA - O que mudou no tratamento recebido pela senhora nas igrejas, antes e depois de sua queda?
Lanna - Eu sempre tive a graça de Deus na minha vida. Onde eu chegava, independente de local, era recebida com carinho. Isso é interessante, porque por mais que existam pessoas que saíram do homossexualismo, poucas têm coragem de dizer por causa do preconceito, do medo de ser apontada, criticada. Mas eu me expus e meu passado nunca pesou para mim quando entrava na casa dos pastores, por exemplo. Sempre fui tratada com respeito e até hoje muitos crentes me perguntam como estou, se estou em dificuldades, quando por acaso esbarro com algum deles pela rua. Eu acreditava que receberia apoio espiritual dos grandes pastores, dos grandes homens de Deus que sempre estavam perto de mim, mas foi o povo, os irmãos das igrejas que me apoiaram e têm demonstrado amor por mim.
ECLÉSIA - A senhora saiu do Brasil dizendo que recebeu um chamado missionário. Quanto a Igreja de Boston lhe pagava?
Lanna - Nós nunca falamos numa verba fixa. O convite aconteceu, mas acabou não se concretizando por causa da minha queda. Ou seja, eu nunca fui missionária daquele ministério. No início de 2003, eu recebi a proposta de uma igreja americana para ir morai nos EUA, já que eu estava viajando sempre para lá. Eu disse isso ao pastor Ouriel de Jesus, que imediatamente me fez uma proposta para ficar como missionária de sua igreja. Eu iria ficar pregando nas dezenas de igrejas dele no mundo inteiro e venderia meus produtos, mas não ganharia uma oferta fixa. Mas logo depois tudo aconteceu e achei que a proximidade com a mulher com quem tive o caso seria muito pior para mim.
ECLÉSIA - Qual foi a postura do pastor Ouriel diante do escândalo?
Lanna - No dia em que eu sentei com o pastor Ouriel para confessar o meu pecado, ele falou que, diante do ocorrido, não poderia cumprir o que havia sido combinado. Ele disse que iria nos ajudar até que superássemos o problema. Até me aconselhou a voltar para o Brasil e a me submeter à disciplina de meu pastor. Quanto à outra pessoa envolvida, o próprio Ouriel a disciplinou.
ECLÉSIA - E quanto à outra mulher - a senhora nunca mais a viu?
Lanna - Não temos mais contato algum. Ela é proibida pela igreja de falar comigo, mesmo que nos víssemos na rua. Não é possível qualquer tipo de aproximação. Além disso, o marido dela não superou a crise e mantém uma mágoa muito grande de mim.
ECLÉSIA - Quais são seus planos, agora?
Lanna - Gosto das igrejas daqui. Embora eu passe um momento de cobrança, as pessoas me perguntam quando vou voltar. Dizem que sentem saudades de me ver diante do púlpito, pregando... Conversei com vários pastores aqui que dizem o mesmo. Mas eu não posso voltar só para matar a saudade das pessoas. Eu não deixei de ser crente, mas não posso pregar o que não vivo. Portanto, não sei quando e nem mesmo se voltarei a pregar.
ECLÉSIA - Como a senhora define a sua situação espiritual?
Lanna - Eu me lembro de que, quando aceitei a Cristo, não conseguia mais deixar de falar de Deus. Até hoje o Senhor me dá mensagens. Você acredita? Mas é verdade. Não consigo viver sem pregar. Eu gosto, está no meu sangue. Sei que nasci para pregar. Mas eu não sei o que o Senhor vai fazer comigo ou como vai me usar no futuro. Hoje, não sei se vou ou não voltar ao ministério — só posso dizer que estou em processo de restauração e creio que Deus tem algo maravilhoso preparado para mim. Sei que estou em pecado, mas sei também que Jesus me ama e estou trabalhando minha restauração. Não quero ir para o inferno!
3. Arrependeu-se e atualmante está pregando novamente.
Respondendo ao grande número de perguntas, afirmamos que sim: Lanna Holder voltou!
Para comprovar, acesse o site oficial da missionária:
www.LannaHolder.org
Fonte: http://testemunhos.vilabol.uol.com.br/Lanna_Holder.html
Kleber Lucas
Quando decidiu seguir carreira solo, o pastor Kleber Lucas não podia imaginar que, logo no CD de estréia (em 1997), seria apontado como a Revelação da música Gospel. Assim, seu primeiro trabalho, Meu Maior Prazer, vendeu mais de 100 mil cópias, recebendo Disco de Ouro. E isso era só o início de um Ministério ungido, que tem abençoado a tantos outros.
Kleber é um dos compositores mais requisitados da música gospel. Hoje suasmúsicas são ministradas em todas as Igrejas. Com seu novo CD, firma-se como o grande expoente da música brasileira evangélica, mas também marcou a geração através do Koinonya - Ministério de Louvor que ajudou a mudar a identidade do Louvor Congregacional no Brasil, introduzindo cânticos com roupagem contemporânea e totalmente comprometidos com a Palavra de Deus.
Kleber converteu-se na Igreja de Nova Vida de Niterói/ RJ e a liturgia das Igrejas pentecostais foi uma das primeiras e maiores influências. Depois de três anos de conversão, mudou-se para a Comunidade de Goiânia onde chegou a fazer Instituto Bíblico. Em 97, assina com a MK, volta para o Rio e começa a série de novos CDs que invadiu as Igrejas do Brasil e até do exterior...
BF- Kleber, como está sendo a receptividade de seu novo Cd?
Kleber- Em primeiro lugar, este CD vem de encontro, ele é resultado de uma série de programações e de contato com a Igreja no Brasil. Estamos muito ligados com a Igreja brasileira independentemente da denominação e este contato e aproximação com o povo nos levou a fazer um CD pelas respostas, pelo carinho das pessoas, pelo nosso trabalho. A maneira como as pessoas assimilam as músicas levou-me a fazer um CD com a participação da Igreja e na realidade, a gravar um CD ao vivo é trazer o ambiente da Igreja que tem sido a ênfase da nossa vida para o contesto do trabalho. A gente procurou trabalhar bem o aspecto da Unção, da presença, da realidade da Igreja, para que as pessoas pudessem levar para casa e tivessem a continuidade do Louvor da Igreja dentro de seus lares.
BF- Você está de volta à igreja Sara Nossa Terra. Como isso aconteceu?
Kleber- Eu estive longe da Sara, mas sempre estive afinado com a visão e aliançado com os líderes da Igreja: líderes do Koinonia, pessoas que fizerem parte como Silvério Perez, Márcio Pereira, Bené - que sempre foram meus amigos pessoais. Eu nunca quebrei este vínculo. Estava longe da denominação mas chegou o tempo de voltar. Eu acredito que estes sete anos que estivemos desligados não foram em vão... sete é um número muito profético na Bíblia. Após sete anos eu estou de volta em um momento especial...
BF- Gostaria que nos falasse um pouco de seu testemunho pessoal. Sei que teve uma infância muito difícil e queria que nos relatasse sua trajetória...
Kleber- Eu acredito no propósito eterno de Deus e não posso deixar de falar do meu testemunho sem falar desta verdade que tem me acompanhado. Deus sempre cercou minha vida na infância, sendo criado por minha mãe e mais duas irmãs com muita dificuldade. Morávamos em uma cidadezinha do Estado do Rio chamada São Gonçalo, em um bairro muito carente. Quando fui servir ao exército com dezoito anos, Deus falou comigo no quartel. Eu estava de guarda, no turno de duas às quatro da manhã e Ele mostrou a cena da minha vida: Eu estava reclamando para Deus, chorando diante de Dele, relembrando a Deus e perguntando porque Ele havia permitido que eu passasse por tantas lutas... e fiquei questionando-O!!! Depois que Ele mostrou a cena da minha vida eu voltei à cena da minha adolescência e Deus me mostrou como Ele me cercou. Então eu vi que passei por uma infância muito difícil mas sempre vivi com a expectativa de que alguma coisa iria acontecer. Eu sempre vivi com dignidade e esperança. Um dos grandes problemas das pessoas sofridas é viver sem esperança...
BF- Quais as maiores dificuldades que você enfrentou no início de seu Ministério?
Kleber- Uma das grandes dificuldades que tive no início do meu Ministério foi entender que Deus tinha isto para mim. Eu achava que Deus tinha outros caminhos, até 1997 nunca assumi a música como um projeto de Deus para minha vida. Achava que a música estava incluída, mas minhas prioridades eram outras. Graças a Deus que o sonho de Dele para mim era diferente do meu sonho. Depois eu entendi esta disposição de você assumir a música ou seu Ministério como uma coisa de Deus, independente do resultado imediato. Quando começa, as pessoas não te dão credibilidade. Tem pessoas que gravam o primeiro CD, o segundo, o quarto e lá na frente é que elas vão fazer alguma coisa que terá credibilidade. Então, é nesta coisa de você abraçar o teu Ministério como um presente de Deus para a tua vida e no administrar o ministério é que muitos naufragam, pois quando não vêem o resultado imediato começam a murmurar, a ficar amarguradas com Deus... e muitas destas pessoas perdem a bênção. O segredo é perseverar! Se você tem certeza de que Deus tem isto para você, então persevere, porque a bênção é grande.
BF- Qual sua opinião a respeito da Banda Catedral ter saído do Gospel para o meio secular?
Kleber- Existe uma polêmica em que dizem que as pessoas que cantam no gospel e vão para o secular vão perder a benção. Eu acredito que os dons de Deus são irrevogáveis. Quando Deus dá um presente para o homem, ele fará sua escolha. Podemos ter como exemplo estes cantores do mundo, que não cantam para Deus e têm motivações completamente erradas - mas o dom foi dado por Deus. O problema é que você fará a escolha para administrar seu Dom. Agora, cada um de nós vai dar conta do talento que Deus dá no grande dia do Senhor. Portanto, a minha colocação é esta: Todos são livres para fazer o que quiserem do seu dom, porém, todos terão que prestar contas.
BF- Kleber, sendo um cantor levantado por Deus, o que significa para você a verdadeira Unção?
Kleber- Eu acho que a Unção é um elemento que Deus dá especialmente para as pessoas desenvolverem em uma área determinada. É uma graça especial que a gente recebe de Deus para desenvolver o talento que Ele nos deu em determinadas áreas. Particularmente eu acredito que em se tratando da música nem todos têm a unção para serem Líderes da Música. Todos fomos chamados para sermos adoradores e recebemos a Unção da Adoração, mas nem todos receberam o chamado da Unção da Adoração na música. Então, eu acredito que a unção é esta graça especial de Deus, pois quando você tem Unção você não precisa de muito esforço para fluir. Quando você tem a Unção da Palavra, você não precisa de muito esforço para pregar. Portanto, Unção é a capacidade especial de Deus dada para seus filhos.
BF- Na sua opinião, como está o cenário da música nacional?
Kleber- Acho que a música sempre acompanha o mover do momento. Tem um pensamento que diz assim: Se você quer conhecer um povo, comece a ouvir as músicas que eles estão ouvindo. Então, eu acredito que no contexto da Igreja não é diferente, a música é sempre o retrato daquilo que o povo está sendo ministrado, daquilo que o povo está vivendo e ouvindo. O grande problema das músicas sem fundamentos é que os músicos não têm um objetivo em Deus daquilo que estão cantando. Você pode ter o talento mas não ter entendimento. O próprio apóstolo Paulo na Epístola dos Hebreus fala: Eles têm zelo, porém sem entendimento. Portanto, as pessoas têm capacidade, mas não têm maturidade.
BF- Qual a maior vitória que você já teve em sua vida?
Kleber- A minha maior vitória é estar com Jesus todo este tempo e estar muito convicto de que nada vai me separar do amor de Deus.
BF- E um sonho que está para se realizar?
Kleber- É ter um projeto social. Eu tenho um sonho de ter um trabalho social ou com crianças ou com pessoas da terceira idade. Tenho um desejo fortíssimo de fazer esta obra e o sonho que tenho é comprar uma fazenda ou chácara e fazer um lugar muito bom, aconchegante para atender aos nossos anciãos.
BF- Entre suas músicas, que marcaram praticamente toda uma geração, cite uma que para você é inesquecível!
Kleber- Agora você me pegou! Eu tenho dois filhos, é como se você me perguntasse o filho que mais amo, pois os amo igualmente! A música tem a ver com sua história, com aquilo que você está vivendo. A música Aos Pés da Cruz hoje está sendo a minha predileta. A mensagem de Aos Pés da Cruz é de quem decidiu viver para Deus no monte e no vale. Talvez seja a música mais importante da minha vida! A mensagem da música não é para quem está buscando o pastor, mas é para quem está buscando o Senhor, e que vai chamar O Senhor é meu pastor. Para quem quer viver com Deus nos montes e vales.
BF- kleber, poderia deixar uma mensagem para os músicos, levitas, ministros... pessoas que querem seguir o Ministério de Louvor e Adoração nas Igrejas?
Kleber- Primeiro, descobrir se é o que Deus tem para você. Se Deus tem, meu irmão, cresça sem a preocupação de fazer sucesso aos olhos dos homens, pois, nem sempre o sucesso dos homens é a aprovação de Deus. Então, cresça na medida em que Deus for te dando graça, luz para você avançar. Se o caminho é este, faça com zelo, com dedicação, amor, faça para Deus com o coração e não para agradar aos homens. A motivação de seus corações tem que ser movida pela gratidão e Adoração. O critério para quem está começando: o critério de Deus é o critério do coração. Deus falou para Samuel não atente para a aparência, nem para a estatura, pois Deus não vê como vê o homem. O homem vê o exterior e o Senhor vê o coração.
Fonte: http://testemunhos.vilabol.uol.com.br/Kleber_Lucas.html
Kleber é um dos compositores mais requisitados da música gospel. Hoje suasmúsicas são ministradas em todas as Igrejas. Com seu novo CD, firma-se como o grande expoente da música brasileira evangélica, mas também marcou a geração através do Koinonya - Ministério de Louvor que ajudou a mudar a identidade do Louvor Congregacional no Brasil, introduzindo cânticos com roupagem contemporânea e totalmente comprometidos com a Palavra de Deus.
Kleber converteu-se na Igreja de Nova Vida de Niterói/ RJ e a liturgia das Igrejas pentecostais foi uma das primeiras e maiores influências. Depois de três anos de conversão, mudou-se para a Comunidade de Goiânia onde chegou a fazer Instituto Bíblico. Em 97, assina com a MK, volta para o Rio e começa a série de novos CDs que invadiu as Igrejas do Brasil e até do exterior...
BF- Kleber, como está sendo a receptividade de seu novo Cd?
Kleber- Em primeiro lugar, este CD vem de encontro, ele é resultado de uma série de programações e de contato com a Igreja no Brasil. Estamos muito ligados com a Igreja brasileira independentemente da denominação e este contato e aproximação com o povo nos levou a fazer um CD pelas respostas, pelo carinho das pessoas, pelo nosso trabalho. A maneira como as pessoas assimilam as músicas levou-me a fazer um CD com a participação da Igreja e na realidade, a gravar um CD ao vivo é trazer o ambiente da Igreja que tem sido a ênfase da nossa vida para o contesto do trabalho. A gente procurou trabalhar bem o aspecto da Unção, da presença, da realidade da Igreja, para que as pessoas pudessem levar para casa e tivessem a continuidade do Louvor da Igreja dentro de seus lares.
BF- Você está de volta à igreja Sara Nossa Terra. Como isso aconteceu?
Kleber- Eu estive longe da Sara, mas sempre estive afinado com a visão e aliançado com os líderes da Igreja: líderes do Koinonia, pessoas que fizerem parte como Silvério Perez, Márcio Pereira, Bené - que sempre foram meus amigos pessoais. Eu nunca quebrei este vínculo. Estava longe da denominação mas chegou o tempo de voltar. Eu acredito que estes sete anos que estivemos desligados não foram em vão... sete é um número muito profético na Bíblia. Após sete anos eu estou de volta em um momento especial...
BF- Gostaria que nos falasse um pouco de seu testemunho pessoal. Sei que teve uma infância muito difícil e queria que nos relatasse sua trajetória...
Kleber- Eu acredito no propósito eterno de Deus e não posso deixar de falar do meu testemunho sem falar desta verdade que tem me acompanhado. Deus sempre cercou minha vida na infância, sendo criado por minha mãe e mais duas irmãs com muita dificuldade. Morávamos em uma cidadezinha do Estado do Rio chamada São Gonçalo, em um bairro muito carente. Quando fui servir ao exército com dezoito anos, Deus falou comigo no quartel. Eu estava de guarda, no turno de duas às quatro da manhã e Ele mostrou a cena da minha vida: Eu estava reclamando para Deus, chorando diante de Dele, relembrando a Deus e perguntando porque Ele havia permitido que eu passasse por tantas lutas... e fiquei questionando-O!!! Depois que Ele mostrou a cena da minha vida eu voltei à cena da minha adolescência e Deus me mostrou como Ele me cercou. Então eu vi que passei por uma infância muito difícil mas sempre vivi com a expectativa de que alguma coisa iria acontecer. Eu sempre vivi com dignidade e esperança. Um dos grandes problemas das pessoas sofridas é viver sem esperança...
BF- Quais as maiores dificuldades que você enfrentou no início de seu Ministério?
Kleber- Uma das grandes dificuldades que tive no início do meu Ministério foi entender que Deus tinha isto para mim. Eu achava que Deus tinha outros caminhos, até 1997 nunca assumi a música como um projeto de Deus para minha vida. Achava que a música estava incluída, mas minhas prioridades eram outras. Graças a Deus que o sonho de Dele para mim era diferente do meu sonho. Depois eu entendi esta disposição de você assumir a música ou seu Ministério como uma coisa de Deus, independente do resultado imediato. Quando começa, as pessoas não te dão credibilidade. Tem pessoas que gravam o primeiro CD, o segundo, o quarto e lá na frente é que elas vão fazer alguma coisa que terá credibilidade. Então, é nesta coisa de você abraçar o teu Ministério como um presente de Deus para a tua vida e no administrar o ministério é que muitos naufragam, pois quando não vêem o resultado imediato começam a murmurar, a ficar amarguradas com Deus... e muitas destas pessoas perdem a bênção. O segredo é perseverar! Se você tem certeza de que Deus tem isto para você, então persevere, porque a bênção é grande.
BF- Qual sua opinião a respeito da Banda Catedral ter saído do Gospel para o meio secular?
Kleber- Existe uma polêmica em que dizem que as pessoas que cantam no gospel e vão para o secular vão perder a benção. Eu acredito que os dons de Deus são irrevogáveis. Quando Deus dá um presente para o homem, ele fará sua escolha. Podemos ter como exemplo estes cantores do mundo, que não cantam para Deus e têm motivações completamente erradas - mas o dom foi dado por Deus. O problema é que você fará a escolha para administrar seu Dom. Agora, cada um de nós vai dar conta do talento que Deus dá no grande dia do Senhor. Portanto, a minha colocação é esta: Todos são livres para fazer o que quiserem do seu dom, porém, todos terão que prestar contas.
BF- Kleber, sendo um cantor levantado por Deus, o que significa para você a verdadeira Unção?
Kleber- Eu acho que a Unção é um elemento que Deus dá especialmente para as pessoas desenvolverem em uma área determinada. É uma graça especial que a gente recebe de Deus para desenvolver o talento que Ele nos deu em determinadas áreas. Particularmente eu acredito que em se tratando da música nem todos têm a unção para serem Líderes da Música. Todos fomos chamados para sermos adoradores e recebemos a Unção da Adoração, mas nem todos receberam o chamado da Unção da Adoração na música. Então, eu acredito que a unção é esta graça especial de Deus, pois quando você tem Unção você não precisa de muito esforço para fluir. Quando você tem a Unção da Palavra, você não precisa de muito esforço para pregar. Portanto, Unção é a capacidade especial de Deus dada para seus filhos.
BF- Na sua opinião, como está o cenário da música nacional?
Kleber- Acho que a música sempre acompanha o mover do momento. Tem um pensamento que diz assim: Se você quer conhecer um povo, comece a ouvir as músicas que eles estão ouvindo. Então, eu acredito que no contexto da Igreja não é diferente, a música é sempre o retrato daquilo que o povo está sendo ministrado, daquilo que o povo está vivendo e ouvindo. O grande problema das músicas sem fundamentos é que os músicos não têm um objetivo em Deus daquilo que estão cantando. Você pode ter o talento mas não ter entendimento. O próprio apóstolo Paulo na Epístola dos Hebreus fala: Eles têm zelo, porém sem entendimento. Portanto, as pessoas têm capacidade, mas não têm maturidade.
BF- Qual a maior vitória que você já teve em sua vida?
Kleber- A minha maior vitória é estar com Jesus todo este tempo e estar muito convicto de que nada vai me separar do amor de Deus.
BF- E um sonho que está para se realizar?
Kleber- É ter um projeto social. Eu tenho um sonho de ter um trabalho social ou com crianças ou com pessoas da terceira idade. Tenho um desejo fortíssimo de fazer esta obra e o sonho que tenho é comprar uma fazenda ou chácara e fazer um lugar muito bom, aconchegante para atender aos nossos anciãos.
BF- Entre suas músicas, que marcaram praticamente toda uma geração, cite uma que para você é inesquecível!
Kleber- Agora você me pegou! Eu tenho dois filhos, é como se você me perguntasse o filho que mais amo, pois os amo igualmente! A música tem a ver com sua história, com aquilo que você está vivendo. A música Aos Pés da Cruz hoje está sendo a minha predileta. A mensagem de Aos Pés da Cruz é de quem decidiu viver para Deus no monte e no vale. Talvez seja a música mais importante da minha vida! A mensagem da música não é para quem está buscando o pastor, mas é para quem está buscando o Senhor, e que vai chamar O Senhor é meu pastor. Para quem quer viver com Deus nos montes e vales.
BF- kleber, poderia deixar uma mensagem para os músicos, levitas, ministros... pessoas que querem seguir o Ministério de Louvor e Adoração nas Igrejas?
Kleber- Primeiro, descobrir se é o que Deus tem para você. Se Deus tem, meu irmão, cresça sem a preocupação de fazer sucesso aos olhos dos homens, pois, nem sempre o sucesso dos homens é a aprovação de Deus. Então, cresça na medida em que Deus for te dando graça, luz para você avançar. Se o caminho é este, faça com zelo, com dedicação, amor, faça para Deus com o coração e não para agradar aos homens. A motivação de seus corações tem que ser movida pela gratidão e Adoração. O critério para quem está começando: o critério de Deus é o critério do coração. Deus falou para Samuel não atente para a aparência, nem para a estatura, pois Deus não vê como vê o homem. O homem vê o exterior e o Senhor vê o coração.
Fonte: http://testemunhos.vilabol.uol.com.br/Kleber_Lucas.html
Fernanda Brum
Nos anos 90, quando FERNANDA BRUM despontou na música gospel, foi uma das grandes surpresas que ocorrem de tempos em tempos no mercado musical. “Quebrantado Coração”, seu mais novo CD, apenas veio reafirmar o amadurecimento desta cantora que já é um dos maiores nomes da música evangélica.
Um divisor de águas em meu ministério, assim define a cantora pop-gospel FERNANDA BRUM o seu mais novo trabalho, Quebrantado Coração, que acaba de chegar às lojas. Como em time que se está ganhando não se mexe, mais uma vez Emerson Pinheiro, marido da cantora, assina a produção, arranjos e até algumas composições.
Quebrantado Coração é, sem dúvida, diferente de tudo que Fernanda já apresentou. E podemos, inclusive, ousar e dizer que ela extraiu o melhor dos outros trabalhos e somou à maturidade musical e espiritual. Este é o seu quinto CD pela MK Publicitá. Os outros são Meu Bem Maior, Sonhos, O Que Diz Meu Coração e Feliz de Vez.
Fernanda que era modelo e se converteu num show evangélico aos 16 anos não tem medo de ousar, principalmente, se recebe de Deus esta ordem. E por cumprir à risca esse chamado, ela tem sido honrada de diversas formas, inclusive, superando marcas de vendas pouco alcançadas por muitos cantores até mesmo da música secular.
Ela já recebeu três Discos de Ouro: “Meu Bem Maior”, “Sonhos” e “O Que Diz Meu Coração”, e é considerada uma das principais cantoras gospel da atualidade.
Dona de uma bela voz grave - timbre pouco explorado no mercado gospel -FERNANDA BRUM se entrega a cada interpretação com liberdade. Exprimindo sentimentos, emoções, e imprimindo personalidade. Ela deixa aflorar o que está em seu coração, inspirada por experiências do dia-a-dia. Simples, assim. Sem esforço algum, mas com muito carisma e simpatia.
Em seu primeiro trabalho musical, FERNANDA BRUM encontrou seu estilo, aliás muito pessoal, que poderia ser chamado de pop romântico, no entanto, basta que se ouça mais atentamente seu CD Meu Bem Maior já pela sua nova gravadora MK PUBLICITÁ, para se chegar à conclusão de que sua música é bem mais que isso.
FERNANDA BRUM consegue passear pela bossa-nova, blues e pop, sem decepcionar em nenhum momento. Com uma forte tendência romântica que se impõe ao longo de sua música, rotulá-la desse ou daquele estilo seria apenas uma forma inadequada de descrever sua capacidade de expressão em qualquer linha melódica, o que lhe confere uma versatilidade incomum para alguém tão jovem e com tão pouco tempo de carreira.
Eu sou o que vivo e o momento faz o meu estilo. Não busco uma tendência musical, um estilo ou o que está na moda. Cada faixa do CD é uma parte de mim, é como um filho, eu assino o meu nome; sou eu.
Aos cinco anos de idade, FERNANDA BRUM já cantava . Enquanto seu pai ensaiava o coral da igreja, a pequenina atentamente assistia a tudo e tentava fazer igual.
Aos quinze anos, após um período longe da Igreja, do meio cristão e de ter trabalhado como modelo, FERNANDA BRUM finalmente encontrou sua vocação. Durante um show gospel, surgiu a vontade de cantar para o louvor de Deus.
Em 1992, foi lançado seu primeiro trabalho, Feliz de Vez, que apesar de sua tendência progressiva e de vanguarda, alcançou seu sucesso com a faixa título, uma balada com muito swing e o estilo que acompanharia FERNANDA como sua marca registrada.
Meu começo foi sobrenatural como tudo o mais na minha vida. Mas o mais sobrenatural para mim até hoje foi a cruz, o sacrifício de Jesus na cruz do calvário.
Sempre sonhei que acreditassem no meu talento e orava muito a Deus por isso, hoje tenho plena certeza que estou colhendo os frutos da sinceridade das minhas orações. Deus jamais desampara aos que ama e eu sinto que Ele me ama... ama muito
FERNANDA BRUM foi chamada de fenômeno gospel pela Revista Mulher de Hoje com apenas 20 anos de idade e 4 anos de ministério. Suas músicas se tornaram hits, os convites para apresentações não param de chegar e seus shows, sempre com o comparecimento em massa da juventude gospel, são verdadeiros espetáculos de música da melhor qualidade.
Entre seus maiores sucessos se destacam os shows no Canecão e Imperator, além de sucessivas apresentações nas maiores casas de espetáculos do país.
Todo esse sucesso em tão pouco tempo, rendeu a FERNANDA BRUM o prêmio de cantora revelação/96 do meio gospel. Apenas mais uma prova de seu reconhecimento em todos os segmentos do mercado musical.
Seu segundo trabalho, o primeiro lançado pela MK Publicitá, “Meu Bem Maior”(1995), alcançou um sucesso surpreendente para uma intérprete até então pouco conhecida do grande público. Com vários hits sucessivos, suas músicas foram alcançando os primeiros lugares das rádios de todo país poucos meses após seu lançamento. O considerável número de CDs vendidos tem se mantido num patamar constante, o que sugere que a cada dia novas pessoas descobrem o talento de FERNANDA.
O lançamento de Sonhos foi mais um passo na carreira desta cantora que a cada dia se firmava mais e mais como uma unanimidade do mercado gospel. O mais recente sucesso de Fernanda é o CD O Que Diz Meu Coração .
Lançado em novembro de 1999, o Cd já está atingindo a marca de 100 mil cópias. E consolidou de vez a carreira dessa cantora e intérprete, que acaba de voltar dos EUA - passou 15 dias de maio - onde vez turnê por várias cidades.
Em seguida, veio seu terceiro CD pela MK Publicitá, O Que Diz Meu Coração. Fernanda já se havia se tornado uma das grandes estrelas da música gospel contemporânea.
Contudo, O Que Diz Meu Coração mostrou uma nova fase de FERNANDA BRUM, apresentando uma intérprete mais madura, que não se intimidou frente aos arranjos sofisticados e soube alternar com precisão os vários estilos presentes em suas canções. A faixa de número 3, que dá nome ao trabalho, por exemplo, é uma canção extremamente romântica composta pelo casal FERNANDA BRUM e Emerson Pinheiro (marido de Fernanda). E com a mesma propriedade, Fernanda apresentou a dançante Dia de Festa.
Outro destaque desse belo CD foi a regravação de Anjos, de Domício Júnior, que ganhou uma versão moderna e ousada. O caráter eclético é outra característica de O Que Diz Meu Coração, que alterna músicas de louvores e adoração com canções românticas e de exaltação. A compositora Ludmila Ferber, uma das mais requisitadas da atualidade, não poderia ficar de fora. É dela a reflexiva Mulher de Samaria.
O Que Diz Meu Coração reúne ao todo 13 faixas inspirativas e de muito bom gosto, produzidas pelo músico Emerson Pinheiro. Com certeza, capazes de saciar aos ouvidos mais exigentes e ávidos por técnica. Porém, os fãs mais antigos não precisam se preocupar: FERNANDA BRUM não deixou de lado a espontaneidade e a jovialidade, que são suas marcas registradas.
Em 2001, FERNANDA BRUM relançou o CD “Feliz de Vez”, seu primeiro CD, então já esgotado do mercado, e incluiu novas músicas. Esta foi a concretização de um grande sonho da cantora.
O repertório deste CD faz parte do primeiro disco, um disco de vinil que Fernanda fez aos 16 anos quando seu chamado para o louvor foi confirmado. Na época, ainda adolescente, a cantora prensou apenas 1.000 exemplares, que se tornaram relíquia. E foi através deste trabalho que a cantora foi contratada pela MK e se tornou, logo no CD seguinte, conhecida nacionalmente.
Assim o CD “Feliz de Vez” tem boas surpresas. Além de todas as canções terem sido regravadas com novos arranjos e concepções, três músicas inéditas foram incluídas. São elas: Jesus é o Rei – que já estourou em todo Brasil –, Vem depressa, Senhor e Aplausos do Céu. Neste trabalho, Fernanda teve de se desdobrar para manter o mesmo espírito jovial das composições – bem, já falamos que foram composta quando ela era adolescente – sem deixar de lado a qualidade e experiência adquiridas nos últimos anos e que a alçaram ao posto de uma das maiores intérpretes da música evangélica
Por isso, mencionar apenas um destaque é até injusto, pois cada canção, são 11 ao todo, tem sua peculiaridade e mostra diferentes interpretações de Fernanda, à começar pela canção-título do CD. Nela, podemos vislumbrar aquela cantora vigorosa, que usa as notas graves como ninguém e não se amedronta com as agudas. Toda a produção musical é assinada por Emerson Pinheiro (marido da cantora). Com um apelo deste, impossível não ficar Feliz de Vez...
Já Quebrantado Coração, seu mais recente CD (2002), traz canções que falam, sobretudo, da relação do homem (enquanto um adorador) com Deus (o restaurador, aquele que pode mudar nossas vidas e sarar nossas feridas). E reúne time campeão de compositores: Kleber Lucas, Alda Célia, Livingsthon Farias, Josué Teodoro, Eyshila e Marquinhos Gomes. Além do novato Jônatas Silva Bernardino.
A primeira faixa de trabalho é a balada Amo o Senhor, de Fernanda & Emerson Pinheiro. Mas belas canções não faltam, com destaque para a música que inspirou o CD, Um Quebrantado coração. Como sou, de certa forma, uma referência, procuro levar as pessoas a terem um relacionamento mais profundo com Deus. Quero fazer discípulos que busquem a Deus, cresçam e busquem renovação, explica, esta carioca de 25 anos, o seu objetivo.
Diferente de tudo o mais que já havia no mundo da música gospel, esta jovem poderia ser apenas mais uma no meio de tantas que aparecem diariamente, isso se não contasse com um somatório de atrativos muito pessoais.
Dona de uma imagem belíssima, um repertório bem cuidado e um estilo que encontra adeptos em todos os segmentos, FERNANDA BRUM ainda canta, canta muito.
Sua voz, marcante e irrepreensível, é sem dúvida nenhuma, seu maior atributo. Assim garante, ao lado de seus outros méritos a combinação perfeita desta que é, hoje, uma das maiores cantoras da música gospel da atualidade.
Fonte: http://testemunhos.vilabol.uol.com.br/Fernanda_Brum.html


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